quinta-feira, 30 de abril de 2015

Mapas e poder

Há umas aulas falámos do facto de que o mapa do mundo incorpora uma perspetiva eurocêntrica. Estas imagens tornam visíveis os elos entre cartografia e imperialismo e propõem uma desconstrução da nossa visão do planeta.




terça-feira, 28 de abril de 2015

Vocês compravam?

Boa noite, 
Esta campanha foi feita nas ruas da Alemanha por uma organização que procura consciencializar os consumidores sobre as condições em que as roupas baratas são produzidas. No momento em que as pessoas colocam os 2€ para adquirir a t-shirt, são surpreendidas com um vídeo que mostra as condições de trabalho de mulheres e crianças que recebem 13 cêntimos por hora. 
No fim, coloca-se a hipótese de comprar a t-shirt ou se fazer um donativo!



                                                                                                                  Nélia Baião

Projeto de pesquisa

Info sobre apresentação oral

Cerca de uma semana antes da data marcada para apresentar o trabalho, devem colocar um teaser no blogue, para despertar curiosidade e suscitar comentários dos colegas (recordo que a vossa colaboração no blogue é também avaliada). Estes comentários podem ser úteis à vossa leitura do anúncio publicitário escolhido, trazendo mais pontos para análise ou outros textos com que estabelecer diálogo.

Para a apresentação oral, cada grupo dispõe de 10/15 minutos (mínimo/máximo). Cada um dos membros do grupo deve falar o mesmo tempo, de modo a que eu possa avaliar a sua prestação oral (ou seja, cerca de 5 minutos por pessoa). 

Podem usar Powerpoint e/ou handouts. Devem usar o poster como base da vossa apresentação, desenvolvendo os tópicos ali resumidos. Esta será a primeira versão do poster, pelo que, de modo a que possam integrar as sugestões dadas por mim e/ou pelos colegas, usem bostik para colar as imagens/blocos de texto. 

Como viram pelos posters da exposição "Pub Fiction", organizada por três das vossas colegas do semestre passado, há muitos modos de abordar a construção de um "esquema visual". Deixo outros links com dicas para fazer e apresentar posters — Poster Presentation, How to Design a Poster, How to Present a Poster
Sejam criativos e divirtam-se.

Esta imagem vem de um site de design gráfico. Mais aqui.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

ABout marihuana

Inspirada pela publicação no blogue de uma música do Prince EA e pela aula de hoje, onde por um momento discutimos os benefícios do cânhamo, lembrei-me de vos mostrar outro dos vídeos dele. Aqui, Prince EA dá-nos informação sobre os benefícios da marijuana e as razões da sua proibição. Convido-vos a pensar abertamente se isto deveria ser um tópico levado a sério ou não.



Aqui fica uma lista de algumas possibilidades de utilização do cânhamo:
·         Produtos têxteis (a fibra do cânhamo é utilizada na produção de tecidos);
·         Produtos alimentícios (o cânhamo contém antioxidantes, ómega 3 e 6 e ácidos gordos essenciais, e as suas sementes são ricas em proteínas, ferro e cálcio);
·         Construção civil (produtos feitos à base de cânhamo para o isolamento térmico e acústico de casas e edifícios);
·         Biocombustíveis (o óleo de cânhamo pode ser processado e convertido em biocombustível,  menos poluentes do que os combustíveis fósseis);
·         Plásticos (produção de bioplástico):
·         Cosméticos ( graças às suas propriedades medicinais, o óleo de cânhamo é um anti-inflamatório natural, indicado para tratar problemas de pele como eczema, acne e psoríase);
·         Fitorremediação ( as plantas podem ser utilizadas para eliminar, estabilizar ou tornar inertes substâncias nocivas presentes no solo — como solventes, pesticidas, metais tóxicos e explosivos). Fonte
Taynara Carvalho

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Tópicos para análise do excerto de Berger

Close Reading (o que diz o excerto passo a passo)
Vs. Paráfrase
  • ·      Visão antecede desenvolvimento linguístico e situa-nos no mundo: relação entre visão e linguagem é dinâmica
  • ·      Visão é determinada por ideologia (conjunto de ideias que partilhamos com a comunidade, num dado contexto histórico) e experiência (história pessoal, conhecimento do mundo...)
  • ·      Visão é um processo complexo e interativo vs. abordagem mecanicista, tendente a reduzir o processo de visão a estímulos de natureza meramente físico-biológica (utopia encerrada na expressão “just looking”, de J. Elkins)
  • ·      Escolha do objeto em que focamos a nossa atenção, num campo visual complexo, cria um elo de proximidade entre o sujeito observador e o objeto por si eleito — a visão é um processo relacional em constante reformulação, pois recriamos o mundo e o nosso lugar nele a cada instante
  • ·      Crença na superioridade da visão em relação aos outros sentidos. Haverá, de facto, uma hierarquia de sentidos, como sugere Berger? Ou trata-se de um pressuposto advindo do ocularcentrismo da sociedade ocidental?
  • ·      Visão convoca a presença do mundo, constituindo o universo em torno do sujeito que vê (centro do círculo imaginário convocado pelo autor na frase final do excerto)


Importa, pois, sublinhar o caráter simultaneamente i) idiossincrático e ii) cultural da visão, enquanto performance condicionada por fatores endógenos e exógenos.
i)              Idiossincrasia
A nossa vivência é gnosiologicamente enquadrada por diversos campos experienciais e narrativos que ativam determinadas configurações semânticas. Estas grelhas de leitura (ou conjuntos de possibilidades interpretativas) condicionam o modo como o olhar constrói uma visão, enquanto totalidade coesiva e coerente [procura de sentido regula as interações humanas]. Trata-se, assim, de um processo dinâmico, em constante reajuste milimétrico, realizado segundo a segundo, num dado contexto espacio-temporal, até encontrarmos, ou melhor, construirmos um quadro visual (mais ou menos) estável, dentro das nossas competências e expetativas interpretativas.
ii)             Cultura
Cada época desenvolve um regime visual particular — práticas/modos de ver, em parte condicionados pela tecnologia (no contexto contemporâneo, considere-se o modo como o olho é fisicamente alterado devido à interação com interfaces tecnológicos, por exemplo).

Também as políticas de identidade vigentes convocam narrativas, aglomeradas em categorias distintas e mutuamente determinantes (ex. raça, etnia, idade, género, orientação sexual, classe social, educação, religião, nacionalidade...).

The School of Life

A associação The School of Life não publica apenas livros. Eles têm um canal no youtube cheio de vídeos informativos, onde podemos aprender um pouco de tudo: desde filosofia a auto-ajuda. Os vídeos tratam dos assuntos com uma posição crítica em relação aos vários problemas actuais, alguns também tratam desses problemas directamente.
Aqui estão dois que gosto particularmente:


Grande destaque para o primeiro vídeo que expõe o verdadeiro interesse da media que passa pela manipulação e pela legitimação dos valores hegemónicos do neoliberalismo.

Rogério Cruz 

terça-feira, 21 de abril de 2015

´How to Change World'










 Está nas fotocópias um excerto deste livro, editado pela associação The School of Life [com mais títulos apetecíveis]. A obra sugere estratégias para ação positiva no mundo. Leiam para a aula de 28 de maio, juntamente com o texto da J. Macy.
Mais info sobre a obra, aqui.

The Day After Tomorrow

 The Day After Tomorrow (2004) é um filme de ficção científica, realizado por Roland Emmerich. O filme apresenta-nos um cenário pós-apocalíptico, retratando as consequências do aquecimento global, que como todos sabemos, é causado pela emissão de gases poluentes, pela queima de florestas e de combustíveis fósseis. O filme representa sobretudo a subida do nível do mar, os tornados e tempestades, chuva intensa e cheias, como se fosse a chegada de uma nova Idade do Gelo.



O filme está disponível no Wareztuga, e também deve ser facilmente encontrado para download por Torrent. Consegui também encontrar no Youtube, mas sem legendas. (Para quem não perceba muito bem inglês, no wareztuga o filme surge legendado e no Youtube encontra-se uma versão dobrada.)



Cristina Ribeiro. Nº48510

Prince EA - Can We Auto-Correct Humanity?

Deixo-vos com um vídeo sobre a era da tecnologia e os problemas que vêm da mesma: "Can we auto-correct humanity?" de um rapper e activista americano, o Prince EA. Este afirma que a tecnologia nos liga, mas na realidade afasta-nos e torna-nos mais egoístas ainda. Começa por nos dizer que uma pessoa comum gasta em média 4 anos da sua vida a olhar para o telemóvel.

É um repto para vivermos mais a vida, aproveitarmos os momentos quando acontecem e não fazermos o que muitas vezes fazemos, que é arruiná-los ao tentar preservá-los ao tirar fotos.

Muitas vezes, vamos a concertos e vemos pessoas que passam o tempo todo a filmar; às vezes olhamos e por cima das cabeças só se vêm câmaras no ar. Pagam o bilhete supostamente para aproveitar e ouvir a música, ver os artistas de que gostam ao vivo com os amigos e de repente o apoio do público ao músico desapareceu (os isqueiros e os braços no ar) e ninguém está a viver o momento. Isto, é um exemplo que eu vos deixo do quanto as tecnologias nos alienam, em vez de nos ligarem. Já o Prince EA, dá-nos um exemplo mais conhecido, o das fotos dos almoços e jantares que invadem o Facebook. 

É interessante notar como, por vezes, surgem este tipo de vídeos de "call for action" na internet. O que aqui se critica é o uso "errado" da tecnologia, enquanto que o Prince EA, usa-a exactamente para levar-nos a reflectir sobre esta temática e apelar à nossa capacidade de agenciamento. 



Cristina Ribeiro. Nº48510. 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Anúncio da Super Bock

Deparei-me com este anúncio da Super Bock que representa a realidade actual dos jovens, onde reinam as novas tecnologias, penetrando na vida social e privada das pessoas ao ponto de converter dois amigos em estranhos. Há uma frase que gostaria de destacar: "Conversamos com o ecrã, rimos com as teclas e fazemos likes para enganar a saudade. Mas entre um não posso e outro, os grandes amigos vão-se tornando estranhos. O que é estranho…".
O anúncio denuncia um vício que nos consome, pelo deixo o apelo de que aproveitemos as amizades que temos.


Miriam Fernández Alves, 51278

POP ART - Andy Warhol

Boa noite,

Tendo em conta o conceito de Cultura de Consumo muito abordado nas aulas de Cultura Visual, achei relevante para o blogue uma referência à Pop Art, um dos movimentos mais importantes e influentes do século XX, que criticou a cultura de consumo do pós-guerra na década de 1960.
A Pop Art inspirava-se na cultura de massa/popular, usando temas e objetos do quotidiano em obras que refletem de maneira criativa e ácida os traços da sociedade de consumo. Um exemplo disso são as sopas Campbell’s, produzidas por Andy Warhol em 1962. No vídeo podemos observar a razão de uma simples lata, que representa impessoalidade, sendo produzida para o consumo de massa, ser considerada uma obra de arte e não publicidade.


Márcia Marques 49920

domingo, 19 de abril de 2015

Can You Guess What These Sexist Adverts Are Trying To Sell?

De acordo com o falado na semana passada, nas aulas de Cultura Visual, relacionado com a imagem da mulher na publicidade, muitas vezes denigrada e muitas vezes objeto de violência sexual, proponho fazerem um teste, sobre o que acham que os anúncios estão a tentar vender, depois do logo ter sido retirado.









Miriam Fernández Alves nº 51278

sábado, 18 de abril de 2015

Filósofos da Existência

A corrente existencialista perdeu alguma da sua importância nas últimas décadas do século XX, no entanto esta filosofia continua a dizer muito sobre a nossa natureza como pessoas livres, nunca delimitadas, cheias de possibilidades, e sobre a forma como podemos encarar a vida. Vou partilhar aqui alguns dos filósofos desta corrente e algumas das suas filosofias, importantes para as nossas questões, e como guia para uma vida melhor.
...

Kierkegaard

A essência não existe, apenas a existência: nada está definido no mundo, tal como o homem também não está. O ser humano, em geral, e o indivíduo, no particular, são quem cria história. A história não está previamente formada, não estamos a cumprir um destino planeado, como os filósofos anteriormente pensavam. Isto faz-nos ser mais responsáveis pelas nossas acções.

A verdade subjectiva: a verdade é subjectiva, logo a minha verdade é apenas minha. Uma verdade só é alcançável quando o indivíduo trabalha para a ter, não é algo exterior a ele. Não podemos seguir verdades pré-formadas por outros, somos nós que temos de construir a nossa própria verdade.
Em relação a isto, Kierkegaard ainda defende as minorias, cujas verdades menos propagada são menos artificiais. (Muito aplicável à ideologia contemporânea!)

A subjectividade do indivíduo: o indivíduo é indefinido, cada um tem a sua subjectividade e complexidade. Não podemos delimitar um indivíduo pela sua aparência ou classe, nem pelas suas inclinações religiosas (Kierkegaard não ia à missa, tinha um ligação com Deus íntima, no entanto, foi sempre discriminado por esta opção.)

Ou/Ou
Migalhas Filosóficas

Nietzsche

Quebrou com todos os ídolos, ou seja, todos os valores da sociedade ocidental que enfraqueciam o homem como ser que é a ponte para o super-homem. Nietzsche tinha uma filosofia determinista, em que as coisas estão já determinadas, mas falava na força de vontade que faz cada um alcançar a excelência dos seus talentos e, ainda mais, superar as suas fraquezas.

Assim Falou Zaratustra
Para além do Bem e do Mal

Heidegger

A existência: o indivíduo quando nasce é "atirado" para a existência, fazendo-o forçadamente fazer parte da vida e da história. O indivíduo deve assim cumprir o seu papel como agente para a história do seu tempo.

Autenticidade: é quando temos a noção real de que vamos morrer que vemos a nossa vida como autêntica, ou seja, completa em si mesma. Um indivíduo deve esforçar-se para ser autêntico, é assim que consegue ser-se em inteireza, sentido a vida de modo subjectivo e íntimo, mas completa. Toda a superficialidade que nos rodeia faz-nos esquecer do caos e dos medos que residem dentro de nós. Uma vida autêntica repudia essa superficialidade, pois constantemente distraídos nunca podemos alcançar a nossa autenticidade como seres humanos, autenticidade que passa por encararmos esse caos e esses medos.

Ser e Tempo
Carta Sobre o Humanismo

Sartre

Liberdade: com a ausência de Deus, ou seja, de alguma ordem ou moral válida no mundo, o homem está condenado à liberdade total. Isto implica um desamparo em relação a objectivos ou crenças - a nada nos podemos agarrar. Este desamparo é resolvido por Sartre, pois o Homem precisa sempre de um amparo, algo concreto para viver (moral, valores). Esse objecto concreto é a própria humanidade.

O Ser e o Nada
O Existencialismo é um Humanismo

Camus

A vida é um absurdo. Não há objectivo nela, piorando ainda com a questão de ser vã. Camus ensina-nos a viver com o absurdo, pois mesmo vivendo nesta constante repetição, em que esperamos pela derradeira hora da nossa morte, nós não nos matamos. Quando não nos matamos estamos a contradizer a maldição em que estamos metidos e, por isso, ele diz que temos de imaginar Sísifo feliz.

O Mito de Sísifo

...

Deixo-vos com a tarefa de reflectir como algumas destas formas de ver o mundo podem ajudar-nos a compreendê-lo, assim como a compreendermo-nos como indivíduos e como agentes no mundo.


Rogério Cruz

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Dove campain- Do you consider yourself beautiful?

Hello guys,

In the light of our recent talks and how women should always be a both a surveyor and the surveyed,  I wanted to share with you Dove's recent beauty campaign that comes as a reflection of how deeply women's perceptions have been shaken by all the "perfection" that surrounds them everyday.
Waiting to hear your opinion about the video :)



Raluca

CAMPANHA CONVERSE

Boa tarde, 
Hoje passei pelo El Corte Inglês e, na secção de ténis, deparei-me com uma campanha publicitária da Converse. Basicamente todas as pessoas que tinham All Star eram abordadas por um comercial que lhes perguntava se queriam tirar uma fotografia aos ténis, receber uma "polaroid" e assinar a fotografia (que pode vir a fazer parte da campanha). Os ténis entram numa espécie de caixa branca com uma câmara; podemos ajustá-los como quisermos antes de tirar a fotografia. Achei interessante partilhar a campanha "Converse Made by you", pois é uma maneira diferente de fazer publicidade a uma marca que bastante conhecida.

Deixo aqui o vídeo da campanha publicitária e também o link para a campanha Made by you no site da Converse.





Marta Faria

Judgments — The length of a skirt

Boa noite,


After talking in class about the change in perceptions when it comes to women nowadays, I thought it would be interesting to share with you this picture that makes you think about how women are being judged sometimes only by the way they dress.
The photo was taken by a 18 year old girl from Vancouver that tried to depict the stereotypes that we are all facing everyday. Her idea came to her from trying to use the measuring that we use in everyday housework to measure the amount of judgment people show regarding women's way of dressing: "[I wanted to] take the idea of impersonal, supposedly objective, measurement of things and put it on something that we do measure, but we don't talk about," she said. "We measure women the same way we measure water in cylinders, but no one says it because it's mean."
I think the photo is a visually articulated idea that we all tend to judges the book only by its cover, without even acknowledging it sometimes.
Hope you find it interesting!

Have a great evening!
Raluca Resmerita


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Money - Pink Floyd.

Deixo-vos com uma música de uma das minhas bandas preferidas, os Pink Floyd.

O que eu gosto nesta banda é que não só tem um som fantástico, como também um estilo muito próprio e sempre letras muito críticas e que nos fazem reflectir sobre a sociedade e política. Embora seja uma banda antiga, muitas das reflexões presentes nas letras dos Pink Floyd são apropriadas para o mundo em que vivemos hoje em dia. E é por isso que eu aconselho vivamente a todos que oiçam várias músicas desta banda inglesa.

Esta música critica a ganância, a preocupação constante de juntar mais e mais dinheiro, as futilidades da vida e o consumismo e, principalmente, a desigualdade económica. Refere-se ao dinheiro como um gás, um crime e algo que é "a causa de todo o mal hoje em dia".

A frase mais emblemática da letra é mesmo: "Share it fairly, but don't take a slice of my pie". (Partilha o dinheiro de forma justa, igual, mas não tires uma fatia da minha tarte, ou parte.)

É também importante referir que, no início da música, ouvimos o "som de dinheiro" e o vídeo mostra moedas de metal em movimento (este som também pode se lido como o barulho das slot machines dos casinos, ou das moedas e de uma caixa registadora).  De qualquer das formas, é um grande êxito que critica a divinização do dinheiro, a ganância e o consumismo.

Letra:
Money, get away 
Get a good job with more pay and you're okay 
Money, it's a gas
Grab that cash with both hands and make a stash
New car, caviar, four star daydream 
Think I'll buy me a football team

Money, get back
I'm all right Jack keep your hands off of my stack
Money, it's a hit 
Don't give me that do goody good bullshit
I'm in the high-fidelity first class traveling set 
And I think I need a Lear jet

Money, it's a crime 
Share it fairly but don't take a slice of my pie
Money, so they say 
Is the root of all evil today
But if you ask for a raise it's no surprise
That they're giving none away
Away, away, way
Away, away, away

Cristina Ribeiro. Nº48510.

The Lie We Live. Why I think this world should end - Prince EA.

Este pequeno vídeo, The lie we live, é uma reflexão sobre muitas temáticas que discutimos nas aulas.

O autor do vídeo diz-nos quais: "In the video I question our freedom, the education system, corporations, money, the American capitalist system, the US government, world collapse, the environment, climate change, genetically modified food, and our treatment of animals."

No final, o autor comenta estarmos todos de cara "enterrada" nos ecrãs e, desse modo, ficamos entretidos e distraídos, não vemos o que nos rodeia, vivendo, pois, numa mentira, numa ilusão. E, assim, não vemos para onde estamos a ir, não pensamos no futuro ou no que irá acontecer ao planeta, por exemplo.

E quantas vezes não estamos realmente todos com a cara "enterrada" no telemóvel, mesmo ao caminhar na rua, como mostra o vídeo? Ainda hoje recebi uma mensagem do moche que dizia que se eu pagasse coisa de dois euros e tal por mês, poderia ver televisão no telemóvel. O que é mais uma forma de lucro e de entretenimento, para nos colocar agarrados ao ecrã, como o autor do vídeo defende.





Também semelhante a este vídeo, "Why I think this world should end" do Prince EA (rapper e activista americano), faz um levantamento dos vários problemas do mundo actual, em apenas 4 minutos, entre os quais: poluição do ar e dos Oceanos, extinção dos animais, problemas com o sistema educativo, corrupção, problemas de comunicação e socialização, perda de valores, fast food e alimentos geneticamente modificados, política, racismo, discriminação religiosa, alienação causada pelas tecnologias, divinização do dinheiro, interesse/individualismo, sexismo e discriminação contra as mulheres através de critérios de beleza impossíveis e consumismo. Acaba com um apelo ao amor pelo próximo, compaixão, actos altruístas e ao agenciamento.  





Cristina Ribeiro. Nº 48510

segunda-feira, 13 de abril de 2015


Workshop de Fotografia de Teatro

Com Tânia Araújo e Luís Rocha (MEF- Movimento de Expressão Fotográfica)

VÁRIOS LOCAIS E HORÁRIOS
23 ABRIL A 25 MAIO

O Movimento de Expressão Fotográfica - MEF em colaboração com a Reitoria da Universidade de Lisboa, promove um Workshop de Fotografia de Teatro, para a cobertura fotográfica completa do Fatal – 16º Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa.

O Workshop é composto por uma componente teórica de fotografia de cena e por uma parte prática a realizar ao longo de todo o festival. A parte prática é composta por fotografia dos espectáculos que vão fazer parte do festival e por fotografia de reportagem do ambiente que envolve todo o festival.

Serão criadas equipas de trabalho para a cobertura do festival, sendo estas coordenadas no terreno pela formadora Tânia Araújo e em sala de aula pelo formador Luís Rocha.

A participação neste workshop implica a cedência de uma colecção de imagens em formato digital à organização do festival, com vista à promoção do festival. A organização do workshop e do festival comprometem-se a respeitar os direitos de autoria das imagens.

Conteúdos
Temperatura de cor; O momento certo; A relação com os actores e com o palco; Sensibilidades, relação com a luz existente; Grão e ruído; Profundidades de campo e foco selectivo; Composição de fotografia de cena; Distâncias focais, luminosidade das objectivas (efeitos e características); A colocação na plateia do fotógrafo; Direito à imagem; Tratamento digital de imagens em programa de edição; Uso do Flash; Fotografia de reportagem.

Carga horária
Componente teórica e edição de imagens: 18 Horas. 23 e 24 de Abril das 19h30 às 22h30.
Componente prática fotográfica: no decorrer do festival.
Componente edição, visualização e discussão de imagens: dias 4, 8, 18 e 25 de Maio das 19h30 às 22h30.
Sessões teóricas e de edição de imagem.

Preço 
125 €

Local 
Palácio de Laguares / R. Prof. Sousa da Câmara / 1561070 Campolide / Lisboa

Formadores
 Tânia Araújo
Nasceu em Lisboa em 1980. Diplomada pelo Citeforma com o curso Técnico Profissional de Multimédia. Pelo Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas obteve o curso Profissional de Fotojornalismo. Frequenta a Licenciatura na área de Audiovisual e Multimédia na ESCS – Escola Superior Comunicação Social. Deste 2003, é formadora de fotografia no Movimento de Expressão Fotográfica. Em 2010 foi co-fundadora do Colectivo Imagens Marginais.

Luís Rocha
Nasceu em Lisboa em 1970. Frequentou o Curso de Imagem e Artes Visuais na Escola António Arroio e o Curso de Fotografia do IADE. Diplomado pela APAF com o curso de Fotografia Profissional e pelo Instituto Politécnico de Tomar com o Curso de Conservação e Restauro de Fotografia e Processos Fotográficos do séc. XIX. Em 2000 foi co-fundador do Movimento de Expressão Fotográfica. Em 2009 desenvolveu, enquanto director artístico, o projecto "Integrar pela Arte", em associação com o Movimento de Expressão Fotográfica.

Organização: 
Reitoria da Universidade de Lisboa; Movimento de Expressão Fotográfica – MEF
Tel.: 210 113 406 . fatal@reitoria.ulisboa.pt