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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Sabrina



Partilho este post a propósito da última aula, onde refletimos sobre a atualidade, a partir do texto de Nicholas Mirzoeff, How to See the World, considerando a tomada de consciência coletiva sobre a beleza e fragilidade do nosso planeta, despertada pela fotografia Blue Marble, e as características do mundo atual em que a vida se tornou citadina, interligada, marcada pelo aquecimento global e pelo crescimento populacional. Recordo ainda a reflexão que fizemos sobre a flexibilidade em que operamos relativamente às imagens, conscientes de que estas podem ser tecnologicamente retocadas, sobre as redes sociais e a nossa relação com a internet, e sobre a possibilidade de "pesquisa inversa" que esta nos apresenta.

Como a Cultura Visual tem o objetivo de explorar os conteúdos visuais, desenvolvendo  o sentido crítico, construindo conhecimento a partir da visualização, através de estratégias de desfamiliarização, para podermos "ler" as crises que caracterizam o mundo, lembrei-me dum texto, também visual, que explora “o modo como se pode ilustrar uma ausência afetiva?"

Portanto não quis deixar de partilhar no nosso blog, a novela gráfica, finalista do booker, Sabrina. Nesta estória, a cartoonista Nick Drnaso "lança pistas para uma reflexão sobre conceitos como os de verdade e mentira, medo e vazio, ilusão e convencimento num tempo dominado pelas redes sociais e pela capacidade de manipulação tecnológica".

Se despertei a curiosidade de alguém ao ponto de querer ler o livro, posso emprestar ;)

Eduardo Koelho

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Ilustrador Polaco

Ao navegar pela internet vi um artigo sobre um artista polaco, Paweł Kuczyński, que critica vários aspectos da sociedade através das suas ilustrações. Os temas são actuais e fazem-nos levantar algumas questões importantes sobre o estado da sociedade, o consumismo extremo ou a influência das tecnologias. Tenho a certeza que muitos de nós nos revemos nalgumas das suas ilustrações. 
O próprio, quando questionado sobre as suas ilustrações, disse: 


"I take inspiration from our reality. My works are my observations about our crazy times. Maybe my views on the reality are negative. Maybe because I’m afraid of the future of people or maybe just because it’s my style of humour. The black humor – the laughing over the tears – I don’t believe my works could change the world – but if someone has reflections after watching them, then at least that’s a start."
Deixo aqui algumas das ilustrações que mais gostei e, caso tenham curiosidade em verem mais, deixa também os links para o resto do seu trabalho.




Fábio Meseiro

Nº 145790

sexta-feira, 27 de maio de 2016

consumidores ou consumidos?

Boa noite, encontrei aqui algumas imagens que poderiam servir como definição para Cultura Visual. Hoje em dia, como temos vindo a discutor ao longo do semestre, a sociedade tecnológica em que vivemos propõe-nos modelos de interação que por vezes são alienantes.


Inês Amaral | 52028

Viver pelo ecrã


Uma imagem que dispensa interpretação mas que me lembra do texto de Nicholas Mirzoeff:
"All these photographs and videos are our way of trying to see the world. We feel compelled to make images of it and share them with others as a key part of our effort to understand the changing world around us and our place within it"
Carolina Pinto, nr 54135



sábado, 2 de abril de 2016

A nossa sociedade

Caros, colegas e professora.

Tendo em conta que refletimos bastante acerca da sociedade que nos rodeia, deixo-vos estas imagens que encontrei aqui e penso definirem bem o "círculo" em que nos inserimos.
Bom fim - de - semana,

Ana Costa (nº 52019).



















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