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quinta-feira, 21 de maio de 2020

Planet of the Humans


E se as "soluções verdes" forem, afinal, mais um discurso que esconde a raiz do problema? Será que podemos continuar a consumir recursos energéticos para sustentar os atuais padrões de vida do ocidente? Este documentário ajuda-nos a pensar sobre estes assuntos e desvenda os interesses económicos por detrás da chamada "energia limpa".

Brigada do Mar

Esta ONG foi fundada por dois queridos amigos, que há mais de 12 anos dinamizam ações de limpeza da costa e de zonas fluviais. Eu mesma já participei em vários desses encontros, porque (parafraseando Gandhi) acredito sermos a mudança que queremos ver no mundo. Deixo-vos o site do projeto, onde se podem informar sobre futuras ações e inscreverem-se como voluntários, e ainda um documentário sobre a Brigada do Mar realizado no ano passado. 
Entretanto, todos podemos contribuir para um futuro mais sustentável, através de pequenas ações como as nossas escolhas de consumo (deixar de comprar produtos embalados em plástico e preferir o granel, por exemplo) e de gestos generosos como apanhar lixo quando vamos dar um passeio à natureza. Espero que se sintam inspirados e ponham mãos à obra!

segunda-feira, 4 de maio de 2020

a mente mente


O orador desta conferência pretende gerar no espectador uma alteração no modo como perceciona o mundo. São 18 minutos de monólogo inspirado que reflete sobre essa protagonista que é a mente. A mente – como todas as abstrações – tão impalpável e ao mesmo tempo tão real. A mente que à nossa semelhança é capaz das mais belas coisas e paralelamente das mais terríveis. 
A mente mente? Esta é a interrogação que subjaz a todo o discurso do orador.
 A mente mente quando nos leva a crer que estamos em défice para connosco. Correr é, portanto, o verbo que nos ocorre; procurar no exterior, no futuro, essa ilusão de satisfação/plenitude que mais não é do que um oásis ilusório.  Aliás, essa procura do que achamos necessário tende a preconizar todos os atropelos e a justificar as mais vis ações.  
O que se entende, então, por essencial nesta busca desenfreada? A resposta a esta interrogação reside na fama, no prazer, na segurança, no poder, na riqueza, no prestígio.
A mente mente quando identificamos que a plenitude resulta da materialização dos conceitos anteriormente enunciados.  A mente mente ao entender que o essencial da vida está no passado ou no futuro, negligenciando aquilo que se encontra no momento presente, naquilo que somos e fazemos a cada instante. 
A mente mente quando nos leva a crer que o mundo é azul e/ou vermelho. Quando, porventura, estas cores são resultado das lentes que subjazem aos nossos desejos e às expetativas com que percecionamos o mundo. 
A mente mente quando nos faz crer que somos independentes, visto que a nossa dependência é flagrante. Dependemos do contributo voluntário ou involuntário de milhões de seres. Esse apego material, esse egoísmo leva-nos ao esquecimento do impacto do nosso consumo. Exemplo disso é o vestuário importado – disponível nas grandes catedrais da moda – que preconiza o trabalho escravo sobretudo de mulheres, mas também de homens e crianças. O preço desta miopia ocidental é a cegueira efetiva de inúmeros trabalhadores do oriente, que, por um salário miserável, trabalham sem direitos e sem qualquer proteção, muitas vezes usando químicos altamente nocivos. A cegueira destes escravos que suprem as “necessidades” ocidentais não é opcional, antes uma condição de vida, por outro lado a nossa miopia é opcional, egoísta e desumana.   
Não se trata, porém, só daquilo que vestimos, mas também daquilo que comemos. O impacto da dieta vigente é devastador. Dezenas, centenas, milhares de milhões de animais são mortos em autênticos campos de concentração. Vidas inteiras confinadas a espaços diminutos sem possibilidade de movimento; animais sobrepostos que se mutilam.  Alimentamo-nos de animais torturados cuja carne é disfarçada com antibióticos e hormonas que nos envenenam. 
Aproximadamente 1/3 da população mundial – 2 milhões de pessoas – poderia ser alimentada com as leguminosas que servem de alimentação ao gado para abate criado nos já referidos “campos de concentração”. Esta dieta carnívora generalizada nos países desenvolvidos utiliza 70% do solo arável para criação de animais, o que absorve enormes reservas de água, esse recurso cada vez mais escasso. 
A mente mente quando nos embelezamos à custa de cosméticos testados em animais. Coelhos de olhos queimados são um dos muitos males que esta ditadura da beleza provoca para que nas estantes das conhecidas superfícies comerciais possa existir a variedade – tantas vezes enganosa – destes produtos tão essenciais a tantos e a tantas.    
A mente mente quando entendemos as touradas como uma marca identitária que pretendemos conservar. Quando levamos as nossas crianças aos jardins zoológicos na expetativa de que o passeio seja formador das mentalidades dos vindouros naquilo que deve ser o respeito pelos seres vivos. Mente quando negligenciamos as condições insalubres em que cães e gatos são mantidos nos canis.
A mente mente quando nos recusamos a meditar sobre as deficiências de um sistema cada vez mais cruel, mais desigual. A tomada de consciência de uma mente escravizada é o primeiro passo para a libertação. É imperioso dirigir a atenção para nós mesmos, mesmo que isso seja profundamente incómodo. Avançamos, obnubilados, sem nos interrogarmos dos pensamentos que nos habitam.    
Temos de nos des-iludir. Encarar a des-ilusão como algo de positivo. Olhar para dentro e para fora e ser consequentes com as nossas escolhas. Para que a mente se redima da sua mentira não podemos continuar a avançar, destemidos, pensando que continuaremos saudáveis num mundo doente (Homilia sem público, 27 de março de 2020). Meditemos…

Nilton Fonseca

Consumo


Trago-vos um artigo da The School of Life, uma organização centrada em temas de sabedoria emocional e aprendizagem geral, rápida e concisa, focando desde movimentos artísticos e filosóficos, até pessoas de renome. Este projeto pretende oferecer ferramentas práticas para melhorarmos as nossas próprias vidas e modos de ver o mundo.
O artigo reflete sobre o consumo ao longo dos tempos desenvolvendo uma abordagem histórica, tal como faz Yanis Varoufakis ao explanar a evolução da economia em Talking to my Daughter about the Economy.
O artigo refere que a modernidade é única em comparação com outras épocas devido a uma nova atividade: comprar. De facto, desde o tempo do homo sapiens, a possibilidade de consumir além do objetivo de sobreviver é extremamente recente.
Na Europa, durante o século XII, o salário de um camponês tinha como único objetivo a alimentação. No século XVII desenvolveram-se novas técnicas de agricultura, o que levou à procura de manufaturas e ao crescimento do emprego. Depois, no início do século XVIII, os salários subiram consideravelmente, e produtos considerados de luxo tornaram-se mais acessíveis a um maior número de pessoas. A classe média emergente começou a comprar produtos mais sofisticados e em maior quantidade. Passados dois séculos, a revolução do consumo espalhou-se pelo mundo inteiro. Com serviços de correio cada vez mais eficazes, era possível a entrega rápida de produtos, que circulavam através de catálogos. Em 1882, Hermann Tietz abriu em Berlim o primeiro centro comercial, de aspeto magnificente, com o propósito de induzir os compradores numa espécie de transe (“designed to loosen shoppers´ hold on reality and induce them into a trance-like state”).


Lojas Tietz, Berlim, 1910
O poder de compra permitiu ascensão social e o proprietário de uma feira popular podia ser mais rico e viver melhor do que um imperador inca. Assim, o poder aquisitivo começou a sobrepor-se às regras de etiqueta e de boa educação.
Segundo a visão dos economistas, um país deve participar na compra e venda de produtos de consumo em grande escala para ser próspero, acrescentando ainda que a força e riqueza de uma nação está nos centros comerciais e nos catálogos de compras. A ideia será que o consumo massivo garante o pagamento de impostos para assegurar o bem-estar das classes mais baixas e permitir o investimento em escolas e em hospitais.
Contudo, é importante saber como gastar dinheiro de forma benéfica e consciente, embora os seres humanos tenham dificuldade em distinguir o que “necessitam” do que “desejam”, como já sublinhara Sócrates. Assim, para além do preço, o problema do consumo está intrinsecamente associado ao nosso autoconhecimento. O nosso estado de espírito está ligado ao modo como nos sentimos, por essa razão não se devemos ir às compras com fome, pois é provável que compremos mais do que aquilo de que realmente necessitamos.
A questão, segundo o argumento aqui apresentado, é que não sabemos o que nos traz prazer: “we are untrained amateurs in the art of making ourselves happy”. Acabamos, pois por viver numa gaiola de ideias-feitas. Sem sabermos o que realmente nos traz prazer, tendemos muitas vezes a sobrepor a quantidade à qualidade. Sendo consumidores e cidadãos, é de grande importância determinar em que é que gastamos o nosso dinheiro, porque as nossas decisões de consumo, juntamente com as de outros biliões de pessoas, vão moldar a sociedade e o modo como vivemos.
Há quem defenda, aliás, que talvez devêssemos dar menos valor ao capitalismo moderno, regressar a modos de vida mais simples e redescobrir a felicidade inerente ao ser humano. Só redescobrindo quem somos seria possível consumir de modo mais consciente. Dedicamos a maior parte da vida a ganhar dinheiro; porém,  talvez fosse melhor empregarmos o tempo a descobrirmos a nossa verdadeira identidade.
Quero terminar esta reflexão com uma frase de John Berger (no 4º episódio da série Ways of Seeing, disponível aqui), que reflete o paradoxo da sociedade de consumo, em que a publicidade nos convence que gastar nos trará um aporte extraordinário, quando, na verdade, acabamos é por ficar com menos dinheiro: “Publicity proposes to each of us in a consumer society that we change ourselves or our lives by buying something more. This ‘more’, publicity persuade us, will make us in some way richer, even though we will be poorer by having spent our money”.

Nuno Dias  

quinta-feira, 9 de maio de 2019

"I want you to panic for our planet!"

Muito boa tarde colegas,
Temos cerca de 12 anos até que o aquecimento global seja irreversível; ou seja, dispomos apenas de uma dúzia de anos para salvar o planeta e as espécies que o habitam.
Embora ainda existam imensas pessoas que ignoram o estado alarmante do nosso planeta, este ano tenho me deparado com muito mais iniciativas ambientais. Sinto que as pessoas ao meu redor e no mundo inteiro estão a ficar cada vez mais sensibilizadas relativamente a esta questão, assumindo comportamentos mais equilibrados.
Por exemplo, vejo cada vez mais pessoas a comprarem em lojas de segunda mão; a evitarem comer carne; a não utilizarem sacos de plástico; a preferirem palhinhas de metal ou de papel. E até me parece que estão a abrir mais mercados biológicos!
Mesmo nas redes sociais, como o Instagram, encontro vendas de produtos ecologicamente conscientes, como escovas de dentes de bambu, que são muito mais sustentáveis do que as de plástico (que podem demorar até 400 para se decomporem!), ou copos menstruais, que são reutilizáveis e podem poupar cerca de 10 anos de lixo. Encontro também informação relativamente a marcas de maquilhagem que ainda testam em animais, e que devemos evitar a todo o custo, como por exemplo:
  • Nars
  • L’Oreal
  • Estee Lauder
  • MAC
  • Benefit
  • Maybelline
  • Rimmel
  • Revelon
  • Covergirl
  • Clinique
  • Alamay
  • Chanel
  • Bourjeois
  • Armani
  • Tom Ford
  • Yves Saint Laurent
  • Sephora
  • Shiseido
  • Burberry
  • Dior
  • La Mer
  • Gurlain
  • Avon
  • Mary Kay
Gostaria de terminar este post partilhando algumas das notícias a nível ambiental que mais me deixaram feliz este ano, como: o supermercado na Tailândia que agora utiliza folhas de bananeira invés de plástico; o facto de Portugal começar a proibir palhinhas, cotonetes de plástico e qualquer saco que se fragmente em microplásticos até ao próximo ano de 2020; o jovem indiano que limpou dez lagos para manter uma fonte de água sustentável para a sua aldeia e, por último, um vídeo comovente de Greta Thunberg, uma ativista ambiental sueca de 16 anos que ganhou atenção mundial devido aos seus protestos e discursos de consciencialização ambiental.



 Muito obrigada pela vossa atenção, espero que este post vos faça pensar na vossa pegada ecológica e que vos motive a viver de forma mais ética e consciente!

Desejo-vos um bom resto de dia e até amanhã,

Cristina Isabel Dabó nº153574

sábado, 4 de maio de 2019

We Love The Earth!

Boa noite colegas!

Hoje venho partilhar uma música associada a uma campanha de consciencialização que possivelmente alguns de vocês já conhecem.
A música é do rapper Lil Dicky e chama-se "Earth", abordando o tema do aquecimento global, que, como sabemos, apesar de sério, continua a ser controverso.


Este vídeo foi feito em parceria com a fundação Leonardo DiCaprio, cujos objetivos são encorajar melhores práticas ambientais em todo o mundo.
A música inclui as vozes de mais de 30 celebridades como Ariana Grande, Justin Bieber, Miley Cyrus, Ed Sheeran, SIA, Snoop Dogg. O envolvimento destes grandes nomes da cultura pop apoia fortemente a divulgação de um projeto musical deste tipo, sendo que o vídeo já arrecadou mais de 81 milhões de visualizações. Dito isto, sublinho ainda que todos os lucros da música vão diretamente para a fundação acima referida.
O autor da música fez outros 4 vídeos para expor mais claramente o problema que enfrentamos e as medidas que podemos tomar para o ultrapassar. 
Nestes vídeos são explicados temas também apresentados em Active Hope: How to Face the Mess We're in Without Going Crazy, de Joanna Macy e Chris Johnstone, analisado em aula, tais como: o aquecimento global e as suas consequências; o degelo e a consequente subida do nível dos oceanos e a extinção de espécies. No entanto, é também referido que nós temos a capacidade para reverter os danos causados. Na verdade, estudos científicos referem que temos 12 anos para inverter esta situação, mas para isso devemos mudar 3 coisas:

1. A forma como produzimos a nossa energia:
  • Ao invés de utilizar combustíveis fósseis, que libertam carbono para o ar, devemos utilizar cada vez mais energias renováveis;
  • Devemos votar em representantes que se preocupem com o ambiente e se demonstrem dispostos a fazer mudanças;

2. A forma como conservamos e protegemos a natureza:
  • É importante parar a desflorestação, uma vez que as florestas absorvem 1/4 do carbono produzido na Terra;
  • A proteção de espécies é crucial porque estas fazem parte do mesmo sistema em que nós vivemos, ou seja, quando esta organização é afetada, toda a comunidade sofre;

3. A forma como produzimos a nossa comida:
  • A agricultura com químicos e maquinaria pesada contribui fortemente para a poluição;
  • O consumo de carne vermelha é um dos fatores que tem maior impacto no ambiente, elo que devemos reduzir drasticamente a sua ingestão.

Espero que consigamos ajudar o planeta e reverter os danos causados, visto que nós somos a geração que tem o dever e o poder de o fazer!

Obrigada pela atenção e bom fim-de-semana!

Luana Bento
153657

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Portugal, sem plástico?


Boa noite colegas!

O tema que venho aqui partilhar com vocês já deve ser do conhecimento da maioria, no entanto, achei pertinente refletir um pouco sobre ele.
Ao que tudo indica, a União Europeia chegou a acordo para a implementação da lei que irá proibir o uso de alguns plásticos de utilização única como cotonetes, palhinhas, talheres, pratos ou copos. Este acordo necessita, ainda, de ser ratificado, mas espera-se que esteja tudo preparado até ao fim deste ano para que, desta forma, o plano possa entrar em prática ainda em 2021.
Este ato legislativo fará com que os sacos de plástico usados na maioria dos hiper e supermercados acabem por desaparecer. Para quem não sabe, os sacos de plástico oxo-degradáveis não se degradam facilmente, pelo contrário, fragmentam-se em pedaços muito pequenos, contribuindo para a poluição dos oceanos, e não só…
Portugal decidiu antecipar-se a esta medida, tentando implementá-la ainda em 2020. Não se esta sabe se irá, verdadeiramente, entrar em vigor a 100%, e, apesar desta diretiva, eu continuo indignada e preocupada com o aumento da produção e utilização de plástico.
São cada vez mais as famílias e até as pessoas que quando vão às compras optam por sacos de ráfia e sacos de pano (conhecidos como “amigos do ambiente”), ou que fazem reciclagem em casa, incutindo essas regras aos filhos. Se esta lei for, realmente, posta em prática irá haver grandes mudanças (positivas espero). 
Sendo assim, neste momento, a maioria deve estar a questionar-se porque continuo eu preocupada com esta situação. Passo a explicar. Apesar de este aumento de consciencialização, há pequenas e (in)significantes coisas de que a maioria das pessoas nem se apercebe. Ora, pego em alguns exemplos bastante comuns e descritivos, não é a primeira vez que, quando estou num hipermercado, me deparo com pessoas que para levarem um cacho que bananas usam um saco de plástico. Também é recorrente, por exemplo, a maioria das pessoas vir de um talho, chegar a casa e deitar no lixo o saco de plástico onde veio a carne por este ter algumas gotas de sangue. Estes comportamentos levantam algumas questões, entre elas, será que as pessoas quando querem comer uma banana também comem a casca e será que os sacos de plástico não se podem lavar?
Honestamente, tenho por hábito reutilizar todos os sacos de plástico que trago para casa. Será que é preciso a publicação de uma lei que proíba, finalmente, a utilização de sacos de plástico para que as pessoas se apercebam de como o plástico é no quotidiano algo praticamente dispensável? A questão nem tem que ver diretamente com a utilização do plástico, mas, sim com a noção de que não precisamos de pegar num saco de plástico para tudo ou, até mesmo, deitá-lo fora pelo mínimo motivo.
Como a maioria de vocês, espero mesmo que esta ideia vá em frente, no entanto, há que ter a noção de que será algo muito difícil, tendo em conta que, atualmente, muitas das coisas que utilizamos são feitas de plástico.

Marine Soares, 149416

terça-feira, 23 de abril de 2019

Zero Waste

    Olá colegas, hoje trago-vos um post sobre o plástico e como é possível viver sem criar qualquer tipo de lixo.  
   Está declarada a guerra contra o plástico. Ninguém está a salvo deste problema que se acumula há mais de 60 anos. Mas viver sem ele será uma utopia ou uma realidade urgente? 
    Estamos a plastificar a nossa terra, os nossos oceanos e, consequentemente, os seres que nela habitam. Vivemos numa sociedade descartável, em que não valorizamos o que temos. Esperamos que o nosso lixo seja sempre reciclado, mas, infelizmente, três quartos do lixo nem sequer chegam a um aterro sanitário. Em vez disso, percorrem vários caminhos até chegarem ao oceano. 

  Neste sentido, a pergunta que devemos colocar a nós próprios é se será possível, de facto, vivermos num mundo sem plástico? A resposta é um grande sim.
         
 Criadora do blogue Trash is for Tossers, a ativista Lauren Singer ensina como podemos reduzir o que compramos, não usar plástico no dia-a-dia e, fazermos composto.

  
 Singer popularizou o movimento Zero Waste e através do seu blogue e de workshops e palestras, encoraja milhões a aderirem ao movimento que protagoniza.




  Para estimular a vossa curiosidade, deixo aqui algumas das propostas de Lauren Singer para reduzirmos o consumo de plástico:
  • Livra-te de sacos de plástico e troca-os por sacos recicláveis;
  •  Esquece as palhinhas, dado serem um dos piores inimigos do oceano;
  • Evita comprar produtos embalados em plástico...

 Espero que este post vos tenha suscitado curiosidade relativamente a  este modo de vida sustentável e desejo, igualmente, que tenham aprendido algo de novo. Finalizo, encorajando-vos a visitarem o Blogue de Lauren Singer e, fundamentalmente, a seguirem as suas dicas!
        Maria Lua Legateaux 151229

domingo, 7 de abril de 2019

Qual é o custo da roupa?

Boa tarde colegas,

Nas nossas aulas temos vindo a falar da indústria da moda, que recorre a um sistema de obsolescência percecionada através do lançamento de novas coleções, mais do que dezasseis vezes por ano, em países como os Estados Unidos. A verdade, porém, é que a produção e o consumo desenfreado de roupa originaram a segunda indústria mais poluente do planeta.

Como revela o documentário Litros de Roupa, da RTP1, no programa Linha da Frente de 17 de janeiro de 2019, a indústria de moda é, depois da agricultura intensiva, aquela que mais água gasta. DE referir também é a dependência dos combustíveis fósseis, pois, como vimos no documentário sobre No Logo, de Naomi Klein, a deslocação das fábricas para regiões como o Sudeste Asiático significa um aumento considerável de poluição atmosférica para transporte; isto para além do uso do poliéster, um derivado do petróleo.

Como é possível verificar na reportagem, há marcas que criam já alternativas para este tipo de problema, tornando a roupa biodegradável; contudo, os litros de água consumidos e a poluição causada continuam a ser um problema. Como podemos nós parar este problema? A resposta é simples, não cedendo ao convite de novas modas, mas inventando e recriando com criatividade as roupas que já temos!

É interessante ver que a marca de roupa que se encontra na reportagem vende, alegadamente, roupa biodegradável, demonstrando ter preocupações com o ambiente; porém, muda de coleção a cada 15 dias (é verdade, esta marca, no Colombo a cada duas semanas troca as roupas disponíveis!). "E o que acontece à roupa que não é vendida?" perguntamos-nos... na maioria das vezes é queimada.

Este problema que ocorre na indústria da moda já foi também retratado pelos criadores do movimento Minimalista, num documentário da Netflix,  com o nome de The True Cost. Felizmente há cada vez mais pessoas criativas que combatem este paradiga, reutilizando materiais como o plástico e criando roupa 100% biodegradável, como é o caso da marca suíça Freitag que produz roupas a partir de fibras que consomem muito menos água do que o algodão, como o cânhamo, por exemplo. Podem ver um pouco da história da marca e do processo de produção aqui:


Venho por este meio, mais uma vez, relembrar que nós temos um espírito crítico e possibilidade de escolha; por isso, apenas nos deixamos controlar se quisermos, está nas nossas mãos alterar a forma como agimos, de modo a causar um impacto no sistema,  porque, sim, temos agenciamento, basta querermos!

Bom resto de fim de semana, até quarta.
Micaela Henriques
Nº153621

segunda-feira, 18 de março de 2019

#TrashTag Challenge

Boa tarde colegas,

Nas nossas aulas o poder da internet enquanto instrumento político é um tema recorrente e tenho visto ultimamente vários exemplos que o comprovame. Mais do que um local para partilharmos fotos, para comunicarmos com aqueles que conhecemos ou encontrar novos amigosr, a internet é também uma plataforma que pode servir para maravilhas como esta que convosco partilho: muitos são os Challenges que conhecemos, uns melhores do que outros, e este é de certeza um dos melhores que já se viu.

Por iniciativa de um rapaz, de nome Roman, muitos foram os locais do nosso planeta que, desde 5 de março, estão mais verdes, mais limpos e mais saudáveis. O #TrashTag Challenge, como refere o jornal Público, é um desafio em que: “Primeiro, encontras um sítio que precise de ser limpo e tiras uma fotografia. Depois, pegas em alguns sacos e “perdes” alguns minutos a limpá-lo. No fim, tiras uma foto do mesmo sítio após a tua intervenção e partilhas nas redes sociais o antes e o depois. São estes os passos que precisas de dar para participares no novo desafio da Internet”.


"Aqui está um novo desafio para todos os adolescentes aborrecidos”, escreveu Byron Román no Facebook, chamando a atenção mundial para a necessidade de termos um planeta mais limpo. Com mais de 331 mil partilhas e quase um milhão de reações, a publicação de Román deu uma nova vida ao desafio lançado em 2015 pela UCO Gear, uma empresa de produtos de campismo. “Este é um movimento para inspirar as pessoas a serem melhores para o ambiente”, disse Craig Frazee, da UCO, à CNN”.

Deixo-vos em anexo algumas das fotos tiradas por pessoas que se sentiram desafiadas e não resistiram em deixar uma parte do planeta mais limpa!




A mudança é possível, este é só mais um exemplo de que uma ação que parece pequena, mas pode e mudar o mundo!

Até quarta,
Micaela Henriques Nº153621

quinta-feira, 14 de março de 2019

Viva o Ativismo!

Boa tarde, colegas,

Hoje trago-vos um vídeo acerca de um tema bastante recorrente nas nossas aulas: as alterações climáticas e o estado cada vez mais decadente em que se encontra o nosso planeta. Neste vídeo ouvimos Greta Thunberg, uma jovem sueca que, em agosto de 2018, começou uma greve com repercussão por todo o mundo, poucos meses depois. 
Esta jovem recusou ir à escola sexta-feira, para ficar sentada à frente do Parlamento sueco, como forma de protestar contra a falta de ação do governo perante as alterações climáticas no nosso planeta. Conseguiu, depois, juntar amigos à causa, e, em pouco tempo, este movimento ganhou uma dimensão incrível. Greta é apenas uma criança, com mais consciência e maturidade do que muitos adultos, porém, e afirma que nunca somos pequenos demais, para fazer a diferença.
Neste discurso que aqui podem ouvir, esta jovem ativista fala-nos do sacrifício que o planeta Terra tem de fazer, todos os dias, para que diversos países, incluindo a Suécia, possam viver luxuosamente. Aponta ainda para a hipocrisia do governo, que defende que as crianças são o mais importante, mas que destrói sistematicamente o seu futuro.
Logo em dezembro de 2018, este movimento chegou a mais de 270 cidades do mundo. Em fevereiro de 2019 vários cientistas juntaram-se à causa. Agora em março os protestos voltam em força e, na sequência do que diz o post anterior, amanhã, vão ocorrer manifestações globais, incluindo no nosso país. A "Grande Mudança", de que falam Joanna Macy e Chris Johnstone em “Three Stories of our time”, parece estar finalmente a acontecer.
O futuro começa agora, enquanto ainda há hipótese de agir e de mudar de rumo. As desculpas têm de acabar, porque o tempo não para. Greta é a prova viva de que, apenas com pequenos gestos, podemos e devemos tornar o mundo num sítio melhor. 

Tenham uma boa noite!

Andreia Cruz, nº150355

Greve Climática Estudantil

Boa tarde caros colegas e professora,


No contexto das temáticas ativististas já abordadas na aula, serve esta mensagem para avisar que amanhã decorrerá a Greve Climática Estudantil com marcha a partir do Largo Camões às 10:30h.
Como sabemos, a preocupação com as alterações climáticas do nosso planeta é crescente entre todos. Por isso, é hora de agir. Hora de deixar de ser ativistas de sofá e sair à rua.
Recomendo a todos e todas a participar (nem que seja passar) nesta marcha que procura chamar a atenção da população para as mudanças necessárias para a inversão do destino para o qual caminhamos.
A quem decidir participar, pede-se também que faça os professores das aulas a que vai faltar saber da razão da ausência. Pois isto não é uma desculpa para "baldar" às aulas, mas sim um chamamento de atenção que visa englobar todos.
Para quem quiser também, hoje das 18h às 20h (talvez até mais tarde) o Núcleo do Ambiente da Faculdade de Letras estará na associação de estudantes a preparar cartazes e etc para a manifestação. Sintam-se à vontade para aparecer e fazer um cartaz ou simplesmente informar-se sobre estas questões.


Obrigada pela atenção,
Saudações a tod@s


Liliana S.




https://m.facebook.com/#!/events/253285392231164
 

quarta-feira, 13 de março de 2019

Podemos mudar (o futuro)?

Olá colegas! Inspirei-me na nossa última aula para fazer este post, visto que mencionámos Joanna Macy e o seu trabalho como ativista. Nela vimos um vídeo em que Macy discursava, numa manifestação — a March for Nuclear Abolition & Global Survival, que se realizou a 6 de agosto, de 2018. Este foi um movimento de protesto pacífico, que evocou os ataques a Hiroshima e Nagasaki, de que irei falar mais à frente.


Atualmente, existe um grande número de países que trabalha com energia nuclear, como é caso dos EUA, que origina a produção de lixo tóxico, prejudicial para o meio ambiente e para a vida. Esta tecnologia foi também usada para fazer armas mortíferas que já tiraram a vida a milhares de pessoas e afetaram muitas outras. Macy critica o uso de armas deste tipo e a destruição maciça que causam, mencionando também que é necessário prevenir uma possível guerra nuclear. Como fazer isto? Unindo-nos e criando um movimento de protesto, pois as pessoas, segundo as palavras da ativista, funcionam como uma “cola”. Elas podem manter o mundo unido, desde que estejam juntas e escolham colaborar entre si. Macy também menciona que se pode fazer diferença, por mais pequena que seja, bastando começar pela nossa comunidade ou família, pelos nossos amigos ou colegas de trabalho.

   De momento, cresce um desejo coletivo de justiça climática e pretende-se encontrar um equilíbrio no mundo. O planeta não pode continuar a ser sacrificado, tanto a nível dos ecossistemas naturais como das comunidades humanas, para que um pequeno grupo possa enriquecer e viver no seu pedestal de egoísmo e hipocrisia. Cada vez mais se “rouba” o futuro às gerações mais novas — a mim e vocês, a crianças na escola, a bebés, a outros que estão por nascer. Este sistema vai ter de mudar, pois estamos a ir por um caminho de autodestruição e o ser humano está a tornar o planeta inabitável. Para terminar esta linha de pensamento, acabo com a frase de Macy que mais me tocou: “a mudança vem, quer queiramos ou não”.

Já aconteceram vários desastres nucleares, como é o caso de Chernobyl e de Fukushima, ambos considerados de enorme gravidade (como podemos ver na escala abaixo apresentada), não só para o meio envolvente como para o planeta em geral. O primeiro ocorreu a 26 de abril de 1986, na cidade de Pripyat, atual Ucrânia (que na altura fazia parte da U.R.S.S.). Houve uma explosão e um incêndio, lançando na atmosfera grandes quantidades de partículas radioativas que se espalharam pela Europa e pela Ásia, chegando até ao continente americano. Foram várias as mortes imediatas que se deram com a explosão e incêndio do reator; o facto de milhares de pessoas serem expostas à radiação provocou inúmeros problemas de saúde. Atualmente, a cidade encontra-se praticamente sem habitantes e o risco de radiotividade ainda elevado.

A Escala Internacional de Acidentes Nucleares,
sendo que os desastres de Chernobyl e Fukushima
são considerados de nível a 6 a 7.

A cidade fantasma de Pripyat, atualmente.
O acidente de Fukushima, em Ōkuma (Japão), aconteceu a 11 de março de 2011, sendo provocado pela combinação de um terramoto e um tsunami. O desastre em si, não provocou nenhuma morte, que se saiba, porém foram várias as pessoas que ficaram expostas a resíduos tóxicos, não de forma tão agressiva como em Chernobyl. As águas junto à cidade acabaram por ficar contaminadas, sendo que ainda hoje se fazem limpezas na zona. Houve, contudo, quem tenha falecido, mas em consequência dos desastres naturais. Tal como em Pripyat, Ōkuma foi evacuada, sendo também atualmente uma cidade-fantasma; contudo houve quem tenha regressado à cidade após o acontecimento.

Cães vadios lutam nas ruas desertas de Ōkuma.
   Hoje sabe-se que estas instituições não tinham capacidade ou segurança para lidar com situações destas, sendo que a falta de vigilância também será uma das prováveis causas destes desastres. 
Contudo, como sabemos as armas nucleares foram intencionalmente usadas pelos E.U.A. durante a 2ª Guerra Mundial (1939-1945). Os bombardeamentos atómicos das cidades de Hiroshima e Nagasaki (Japão), a 6 e 9 de agosto de 1945, respetivamente, provocaram mais de 246.000 mortos, incluindo aqueles que posteriormente pereceram devido aos efeitos da radiação. É de realçar que os sobreviventes ficaram marcados para a vida com cicatrizes e/ou doenças (nomeadamente de origem cancerígena) e muitos bebés que nasceram posteriormente tinham deformações. Este foi o primeiro e único momento na história em que foram usadas armas nucleares contra alvos civis.

Fotografia de Hiroshima após o lançamento da bomba.
 Este tipo de armamento deve ser supervisionado e, idealmente, proibido devido ao seu poder imensamente destrutivo. Para mais, o lixo tóxico dura milhares ou mesmo milhões de anos, pelo que fica guardado em contentores (com duração de algumas centenas de anos, apenas, para as próximas gerações resolveram o problema).

Embora o nosso país não tenha nenhuma central nuclear e esteja a investir em energia renovável, acabamos por ser afetados pela central de Almaraz (estrategicamente colocada junto à fronteira com Portugal), que espalha resíduos no Tejo, cujas águas desaguam no oceano Atlântico. É importante pensarmos nestas questões destas e escolhermos qual é a história para a qual queremos contribuir.
A central nuclear de Almaraz.

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Gostaria de contribuir para a discussão pensando a série American Horror Story: Apocalypse (já na 8ª temporada), com ação centrada na Costa Oeste dos Estados Unidos da América, num futuro próximo. Esta distopia apresenta um mundo apocalíptico, de superfície inabitável devido a várias explosões nucleares, devido aos elevados níveis de radiação. Contudo, foram sendo construídos outposts por todo o mundo — uma espécie de abrigos subterrâneos, habitados, sobretudo, por pessoas com meios financeiros necessários para tal, uma elite denominada Purples, devido à cor da roupa que usam. Também há quem tenha sido escolhido pela sua condição genética, de forma a repupular a Terra depois deste desastre.

O aspeto exterior e interior (respetivamente) do Outpost 3, o principal espaço onde decorre o enredo desta temporada.
Uma das imagens promocionais da temporada.

Algumas das personagens com fatos preparados para virem
à superfície, onde o nível de radiação é extremo.
A exploração desta temática mostra como o nosso sistema político é frágil e as nações se encontram em constante conflito, como temos visto relativamente aos E.U.A. / Coreia do Sul e à Coreia do Norte (apoiada pela China), por exemplo. Se formos incapazes de chegar a acordos de paz, o nosso fim estará mais próximo.

Os outposts da série lembram os bunkers, abrigos subterrâneos blindados ou fortificados, vendidos por múltiplas empresas que até entregam ao domicílio. Dependendo do tipo de bunker, falamos de um investimento de milhares ou até milhões de euros/dólares (o valor mais elevado que vi foi 12 milhões). Alguns bunkers são mais pequenos, com uma ou duas divisões, enquanto outros são literalmente suites ou penthouses, até com vários pisos. Pela quantidade de empresas que vi online, parece que é um negócio lucrativo. 
As pessoas estão a tornar-se cada vez mais paranoicas e assustadas. Será que há uma verdadeira razão para este medo? Muito do que vemos é sensacionalismo, outras notícias são verdade, mas parece que há quem se preocupe em ter um lugar efetivamente seguro, caso algo corra mal.

Aspeto de um bunker da empresa Vivos.
Encontrei mais informação neste artigo online: “Segundo dados da ‘CNN’, as vendas de 2016, em relação a 2015, de bunkers ou abrigos subterrâneos sofisticados [cresceram] 700%, enquanto que as vendas globais cresceram 300% desde a eleição de Donald Trump.
Um desses abrigos, o ‘Vivos xPoint’, nos EUA, consiste em 575 bunkers militares que serviram como depósito de munições do exército até 1967. Atualmente, está a ser convertido numa área que visa acomodar aproximadamente 5.000 comunidades. (...) O próprio complexo será equipado com todos os confortos de uma pequena cidade, incluindo um teatro comunitário, salas de aula, jardins hidropónicos, uma clínica médica, um spa e um ginásio. As estruturas fortificadas vêm equipadas com sistemas de energia, sistemas de purificação de água e filtragem de ar nuclear-biológico-químico”.

Uma destas empresas, chamada Vivos, tem complexos na Europa, e afirma que os seus abrigos podem salvaguardar de ameaça nuclear, terrorismo, bioterrorismo (em que se se utilizam armas biológicas, vírus ou toxinas), ameaça anárquica, pulsos eletromagnéticos (gerados por explosão nuclear), erupções solares (que causam perturbações eletromagnéticas), deslocamento dos polos, embate de cometa, tsunamis, Planeta X/Nibiru (colisão de um astro do tamanho de um planeta) ou de um grande vulcão. De forma a enfatizar ainda mais o medo nas pessoas, no site encontra-se a frase “One Day You'll Wish You Could Get In”. Assustador...
Um complexo de bunkers da empresa Vivos.
Finalmente, quero ainda mencionar um videojogo que explora o medo da aniquilação nuclear — o Fallout, da RPG, distribuído pela Bethesda Softworks, Já joguei o Fallout: New Vegas, passado no ano de 2281, no deserto de Mojave, e na cidade de New Vegas uma visão pós-apocalíptica da atual Las Vegas, conhecida nesta época do futuro como Sin City. Todo o jogo tem influências da cultura americana dos anos 1950, contudo a tecnologia encontra-se muito mais avançada do que hoje. Aqui também existem uma espécie de bunkers/abrigos, que se chamam vaults, onde a população (que conseguiu) se refugiou após uma guerra nuclear; os sobreviventes que ficaram à superfície têm um aspeto monstruoso. Neste mundo não há propriamente um governo fixo, vivendo-se numa espécie de anarquia, onde vários grupos atuam conforme os seus desejos e necessidades.

A cidade de New Vegas, comandada
pelos casinos que aí se encontram.

Publicidade feita, dentro do jogo, mostrando um vault, que pretende assegurar a segurança dos habitantes da ameaça nuclear.

   Espero que gostem da partilha... apesar de ser uma publicação um pouco longa.

   Até sexta!

Dinis Oliveira nº 153155