sábado, 15 de outubro de 2016

"And once I knew I was not magnificent"

A propósito do meu ato "voluntarioso" para escrever uma dica sobre as últimas páginas do capítulo de Active Hope por nós analisado, aqui vai!

"The Great Turning" é a tomada de consciência de duas coisas: em primeiro lugar, de que nós, individualmente, somos especiais; e, em segundo, de que não somos assim tão importantes. Um bocado estranho, não é? Mas passo a explicar.
O primeiro ponto é necessário para que entendamos que tudo o que fazemos, de bom ou de mau, tem um impacto, mais tarde ou mais cedo, mais ou menos significativo, no mundo. Somos especiais então  porque, apesar de sermos só um bocadinho pequenino desta Terra, somos visíveis e capazes de mudar alguma coisa ou até de criar uma corrente de mudança. Fazemos, então, parte de algo superior a nós: a Terra e toda a sua Natureza, e é aí que começa o segundo ponto.
Depois de tomarmos consciência da nossa importância, temos de nos colocar em perspetiva com o que nos envolve. A verdade é que a Natureza é muito superior a nós e devemos tratá-la com um respeito que reflita a sua superioridade em relação a nós. Recordo-me do vídeo que vimos numa das primeiras aulas desta disciplina. Aquele em que, num primeiro momento, se faz um zoom out desde o piquenique no parque até ao espaço e, depois, um zoom in até às células do corpo humano. Se fizermos uma pausa no zoom out, no momento em que olhamos para a nossa Blue Marble entendemos isso mesmo. Não vemos países, nem fronteiras, não vemos cidades, casas, nem pessoas — vemos a Natureza e toda a sua magnificência.

E terminando com esta palavra"magnificência", deixo-vos aqui uma maravilhosa obra de arte, de Holocene dos Bon Iver. Esta é a minha banda e a minha música preferidas.
Convido-vos então para, mais do que ouvir, sentirem esta música e o brilhante clip que a acompanha e que põe exatamente a nossa existência em perspetiva com a Natureza.


Alina Mansukhlal

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Olhares cinematográficos

Há três aulas atrás, a propósito do 1.º capítulo de Ways of seeing, de John Berger, falámos sobre o filme O homem da câmara de filmar, de Dziga Vertov, de 1929. Um filme importantíssimo pela forma como o olhar, através da câmara, está cheio de possibilidades - planos em movimento, montagens, pormenores e grandes planos, pessoas e (outras) máquinas. Vemos o fora (o homem da câmara de filmar à procura de planos) e o dentro (os próprios planos).



Um colega lembrou, também, o belíssimo filme A propósito de Nice, de Jean Vigo. Continuando a pensar nas cidades filmadas de uma maneira «nova», lembrei-me de Chuva, do realizador holandês Joris Ivens, também de 1929, onde o foco se centra nas transformações da cidade, neste caso Amesterdão, quando começa a chover.



Antes, em 1927, foi filmado, por Walter Ruttmann, um dos mais conhecidos e importantes filmes sobre cidades: Berlim, a sinfonia de uma cidade. Aqui, um olhar sobre um dia em Berlim (ainda que tenha demorado um ano a ser filmado, mas o cinema não tem de ser a realidade).


Youri Paiva

como escrever uma análise de texto ...



... ou o que espero eu das vossas leituras escritas. consultem o OWL Purdue, um site precioso com dicas adaptadas a diferentes tipos de texto, aqui

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Enunciado da análise de texto

“Just looking is just hunting, but it is not quite right to say it is only hunting. There is also something quietly hypnotic about just looking, something less like hunting and more like dreaming. (…)
So just looking is like hunting or being hunted, but it is also kin to hypnosis, nightmares, and dreams. Those meanings draw near to yet another, because there is also a deep parallel between looking and loving. Sometimes, falling in love really feels like falling, as if you have no control (…). On other occasions love is all a calculated pursuit. Some people spend their lives searching like detectives among all the faces and bodies they can find. (…) But as lovers say, it’s not always so easy to know who catches whom, and looking happens in both directions. There might be a good definition of love here: love as the moment when the prey becomes another hunter, so that both people are hunters and hunted at once. (…)
It’s strange that love stories begin to fill my mind when I meant to think only about looking, and that is what I want to say about that phrase ‘just looking.’ It is not possible; there is no such moment. All seeing is heated. It must always involve force and desire and intent. (…) It doesn’t matter what I’m looking at (…); ‘just looking’ is a lie. I am always looking out, looking for, even just looking around. (…) There is no looking that is not also directed at something, aimed at some purpose. Looking is looking at or for or just away. Everything that the eye falls on has some momentary interest and possible use. (…)
When I say, ‘Just looking,’ I mean I am searching, I have my ‘eye out’ for something. Looking is hoping, desiring, never just taking in light, never merely collecting patterns and data. Looking is possessing or the desire to possess—we eat food, we own objects, and we ‘possess’ bodies—and there is no looking without thoughts of using, possessing, repossessing, owning, fixing, appropriating, keeping, remembering and commemorating, cherishing, borrowing, and stealing. I cannot look at anything—any object, any person—without the shadow of the thought of possessing that thing. Those appetites don’t just accompany looking, they are looking itself.”

Elkins, James. The Object Stares Back: On the Nature of Seeing.  San Diego: Harcourt, 1997. 20-22.

Comente o excerto acima apresentado, refletindo sobre a complexidade do conceito de visão.



O trabalho deve: ter, no máximo 2 páginas A4, letra de corpo 12, espaço e meio (sem alterar as margens pré-definidas do Word); ser impresso e entregue em mão durante a aula, até ao dia 28 de outubro.

Quinta dos 7 Nomes




outro espaço cheio de propostas em várias áreas é a cooperativa Quinta dos 7 Nomes, em Colares (Sintra). ora espreitem este curso de "Horta Bio em Permacultura" (29 out. / 12 e 26 nov. / 10 dez.) e deem uma vista de olhos pelo site

Ecoaldeia de Janas

falando em alternativas aqui à mão de semear, consultem o site da ecoaldeia de Janas (em Sintra), onde é muita e variada a oferta de cursos. o próximo é de

Aquaponia e Aquacultura – Produção Plantas&Peixes

22 e 23 de outubro*

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

The new Barbie Doll

Olá a todos,

 Nesta última aula falamos sobre, provavelmente, a mais famosa boneca da história dos brinquedos - a boneca Barbie, criada pela primeira vez em 1959, em Nova Iorque.

 Deixo aqui três links, um deles contendo a história resumida da boneca em questão e outros dois que guiar-vos-ão às notícias publicadas no jornal eletrónico The Guardian e no USA TODAY relativas a uma nova geração de Barbies mais realistas criadas em 2016 com feições, corpos, alturas e cores diferentes abrindo as portas para uma nova interpretação e visão da beleza que difere daquela que nos era imposta pela Barbie tradicional desde pequenos.

1º- http://www.history.com/news/barbie-through-the-ages

2º- https://www.theguardian.com/lifeandstyle/2016/jan/28/barbie-finally-becomes-a-real-girl-with-more-realistic-figure-and-skin-colours

3º- http://www.usatoday.com/story/money/nation-now/2016/01/28/barbies-new-shapes-tall-petite-and-curvy/79449784/

 A ideia foi geralmente bem aceite e estas novas bonecas estão, para já, disponíveis para efeitos de compra no site oficial desta marca.
 Deixo também um vídeo que envolve indivíduos verdadeiramente interessados nestas questões.


Uma boa semana para todos!
               
Olga Garasymiv, nº145702

terça-feira, 11 de outubro de 2016

À Propos de Nice, Jean Vigo

Bom dia !

Na ultima aula falamos do film do Dziga Vertov, O Homem com a camera. Este film pode ser definido como um dos primeiros documentário social e também uma reflexão sobre o acto de filmar (porque e como filmar ?).

Isto recordou-me de um outro documentário sobre qual eu trabalhei o ano passado, em aula de cinema: À Propos de Nice (=Sobre Nice, cidade francesa muito rica do sul da Franca, muito turística) do Jean Vigo, um realizador Francês.
À Propos de Nice é um documentário que foi realizado em 1930 apenas um ano depois do film do Vertov.
De facto, o Jean Vigo decidi fazer este film depois de ter visto o do Vertov, que era mesmo avant-gardista pela a época. Vigo foi encantado pela esta nova visão e maneira de filmar a sociedade para fazer surgir os problemas que a gangrena.
Sao imagens sem comentários, com uma musica que pode as vezes orientar nossa interpretação daquelas imagens. Podemos falar de um documentário de montagem, porque a ordem das imagens é significativa para fazer surgir o seguinte problema: as desigualdades; a faça luminosa, encantadora da cidade com os turistas e a burguesia VS. a faça mais escura da cidade com os trabalhadores, os pobres, os marginais... que no entanto sabem bem como se divertir.

Achei interessante de partilhar este film convosco porque para mim é mesmo atual... Nada mudou tanto não é ?




(podem encontra-la no seguinte link:) https://www.youtube.com/watch?v=24Ti_8c6qjI



Alexandra Comnos, estudante Erasmus

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

"First - have you ever questioned the nature of your reality?"


Boa noite, colegas. Para não fazer vários posts de seguida vou publicar neste só vários objetos de estudo interessantes que tenho recolhido e algumas sugestões que queria partilhar convosco. Vou tentar não me alongar muito.

1) Há uma semana encontrei um vídeo de propaganda lançado pelo Minstério do Turismo da Síria para promover o turismo na cidade de Aleppo, dividida entre forças de Assad e rebeldes. Na mesma semana em que, na zona Este da cidade, controlada pelas forças de oposição ao regime de Assad, foram assassinadas pelas forças estatais 338 pessoas e mais de 270.000 estão com acesso condicionado a comida, água e ajuda humanitária (dados da WHO). O vídeo é acompanhado por uma versão acústica da theme de "Game of Thrones". Já discutimos que ver é um processo complexo e que as sensações reconfiguram a informação visual. Com a música o vídeo torna-se uma apologia ainda mais clara à pretensa legitimidade da violência do Estado Sírio e à sua pujança militar que traz paz e estabilidade. Não sei se lhe possa chamar sequer uma narrativa implícita quando é tão assustadoramente explícita e coerente com as visões imperialistas de Assad e Putin.   


2) Também na semana passada uma amiga partilhou comigo uma publicidade para o FIAT 500S que viu num mupi na paragem de autocarros da FCSH. Localização interessante para fazer publicidade a um carro desportivo, "com estilo", "só para bad boys" porque "todos adoram um rebelde", como encoraja o site da FIAT. Deixo aqui o spot publicitário. O texto visual é insidioso. Começa com uma equipa de cientistas a testar a segurança e a durabilidade do carro fechando as portas com força, dando pontapés aos pneus e, no final, batendo no capô do carro... com uma mala de senhora. Na cena que se segue o homem (o proprietário do carro, porque pelos vistos as mulheres não compram carros e são conduzidas) ouve calmamente a namorada a gritar consigo; esta acaba por sair do carro e reproduzir a cena anterior. O spot perpetua uma narrativa implícita sobre uma diferença fundamental entre homens e mulheres (racionalidade vs. irracionalidade, controlo vs. emoções desenfreadas que devem ser disciplinadas pelos homens) que é amplamente aceite por ser também ciclicamente replicada por anúncios como este. Como já vimos, a publicidade é um discurso vivo que simultaneamente reflete e incita à reprodução de ideologias de desigualdade vs. privilégio. Aliás, quem andou pelo Facebook já se deve ter cruzado com as declarações polémicas de um taxista na manifestação de hoje: "As leis sabe como é que são? São como as meninas virgens — são para ser violadas".  


3) Dois documentários que estão a dar que falar - 13th e America Divided. O 13th já saiu na Netflix, para quem tiver. Aborda a questão do racismo institucional, de como foi construída a narrativa das pessoas negras como criminosas e dos homens negros como violadores, das prisões privadas e de como estas lucram com a população afro-americana... O America Divided só dá para ver numa plataforma específica, mas está a ser tão divulgado que provavelmente estará disponível em breve. Está dividido em 8 capítulos que abordam problemas sociais nos EUA desde a water crisis em Flint, até à especulação imobiliária, passando pela police brutality...




4) Westworld — a série da HBO que citei no título do post — é da autoria de Jonathan Nolan, o criador de Person of Interest e guionista de Interstellar. Opiniões pessoais à parte, aborda de forma muito inteligente as questões de o nosso campo de visão ser seletivo e de quem reconhecemos como humano. A série passa-se num parque temático virtual ao serviço de uma elite rica que pilha, viola e mata indiscriminadamente avatares virtuais.


5) Para terminar numa nota um pouco mais positiva recomendo-vos o meu filme favorito: Kubo and the Two Strings. É sobre a importância de ver o outro para o reconhecer como semelhante — os vilões não compreendem os humanos e as suas emoções porque são, literalmente, cegos e querem tirar os olhos do personagem principal, um contador de histórias mágico com o poder de apelar à humanidade e ao sentimento. É uma obra sobre a importância das histórias — de contarmos histórias, de fazermos sentido a partir de histórias de compaixão e perdão. É um filme de animação de um estúdio não muito conhecido, Laika, que só faz filmes em stop-motion. Trata-se de uma técnica interessantíssima e de uma abordagem diferente ao estilo da animação. O DVD sai a dia 22 de novembro e peço-vos que o comprem caso gostem, porque apesar de ser o filme da Laika com melhores críticas é o que menos está a arrecadar na bilheteira... É importante apoiarmos a criatividade e a inovação. Ah, e vejam por favor a versão original e não a péssima dobragem portuguesa. Segue o trailer:



Tenham uma boa semana!

Ricardo Roseiro, 48231

sábado, 8 de outubro de 2016

'Powers of Ten'

Olá caros colegas, creio que ainda hão-de ter na memória, o documentário intitulado Powers of Ten que vimos na aula há já algum tempo. No outro dia, estive a ver um episódio dos The Simpsons, e no tão habitual "couch gag" inicial apercebi-me de que havia ali uma alusão ao Powers of Ten. Depois de uma alguma busca pelo vídeo desse "couch gag", eis que o descobri. Deixo aqui a hiperligação. Espero que gostem.
             Saudações cordiais
Ricardo Ferreira
[post original 11/12/2014]

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

American Reflexxx (Alli Coates, 2015)

Foi exibido, esta semana, no Festival Internacional Signes de Nuit, e venceu inclusivamente o Signes Award, destinado a filmes que "expressem, de uma maneira surpreendente, aspectos perturbadores e sensíveis da realidade". American Reflexxx cumpre aquela função na totalidade, mas a sua relevância e os problemas que nos coloca não cabem numa definição abreviada. É também sobre problemas que estão no horizonte das aulas que temos tido, e que lidam com a percepção dos outros. A reacção dos espectadores, observou Dieter Wieczorek, director do festival, é quase sempre a mesma: "à projecção do filme, seja em que sítio for, segue-se um silêncio pesado, e os efeitos do murro no estômago são visíveis na cara das pessoas".

Saber algo acerca do contexto ajuda a perceber as imagens, e por isso importa transcrever a sinopse do filme: "American Reflexxx is a short film documenting a social experiment that took place in Myrtle Beach, South Carolina. Director Alli Coates captured performance artist Signe Pierce as she strutted down a busy oceanside street in stripper garb and a reflective mask. The pair agreed not to communicate until the experiment was completed, but never anticipated the horror that would unfold in under an hour. The result is a heart wrenching technicolor spectacle that raises questions about gender perception, mob mentality, and violence in America."

Felizmente, o documentário encontra-se no Youtube, e disponibilizo-o abaixo. Pode-se ainda ler aqui uma entrevista em que realizadora e performer confessam que não esperavam que a situação se pudesse descontrolar tanto.


Tiago Silva

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Deixem-se maravilhar.

Deixem-me que vos apresente Emanuele Dascanio.

Num dia normal, fazendo nada mais do que o excitante ''roll down'' no ''feed'' do Facebook, deparei-me com esta relíquia. Vi-o e revi-o por várias vezes! Inacreditável não é? Ainda há quem nos surpreenda neste mundo já tão dissecado.

E. Dascanio é um jovem artista de nacionalidade italiana que pinta quadros e elabora desenhos maravilhosos hiper realistas. O seu talento já lhe valeu uma dezena de prémios e várias exposições. Deixo-vos o link e espero ter despertado a vossa vontade de pesquisar os trabalhos dele.



                                                                                                                 Ana Filipa Pereira
                                                                                                                   Aluna nº 145780

Ilustrador Polaco

Ao navegar pela internet vi um artigo sobre um artista polaco, Paweł Kuczyński, que critica vários aspectos da sociedade através das suas ilustrações. Os temas são actuais e fazem-nos levantar algumas questões importantes sobre o estado da sociedade, o consumismo extremo ou a influência das tecnologias. Tenho a certeza que muitos de nós nos revemos nalgumas das suas ilustrações. 
O próprio, quando questionado sobre as suas ilustrações, disse: 


"I take inspiration from our reality. My works are my observations about our crazy times. Maybe my views on the reality are negative. Maybe because I’m afraid of the future of people or maybe just because it’s my style of humour. The black humor – the laughing over the tears – I don’t believe my works could change the world – but if someone has reflections after watching them, then at least that’s a start."
Deixo aqui algumas das ilustrações que mais gostei e, caso tenham curiosidade em verem mais, deixa também os links para o resto do seu trabalho.




Fábio Meseiro

Nº 145790

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Campanhas de consciencialização

Boas! Após tentar perceber e analisar algumas imagens de publicidade, dei por mim a pesquisar no Youtube os anúncios mais tocantes e criativos mais recentes. Deixo, então, aqui o o mini vídeo com uma série de anúncios para campanhas de consciencialização, para se entreterem e, quem sabe, reflectirem!


Margarida Louro

domingo, 2 de outubro de 2016

"Amanhã"

Este filme, mais do que constituir um conjunto de alternativas a um modelo económico que não se crê que seja sustentável, representa um movimento de esperança. Um movimento que se quer comunitário e partilhado porque, caso contrário, estará condenado ao fracasso prematuramente. Subvertendo a lógica capitalista do individualismo e da excessiva competitividade, testemunhamos como, perante um dos maiores desafios da História da Humanidade, o aquecimento global, o ser humano detém o poder de se reinventar, enquanto ser social, e contribuir para uma mudança. Para tal, o filme "Amanhã" apela à mobilização no sentido em que dota, cada um de nós, de maior consciência dos nossos actos. Somos responsáveis pelas nossas decisões, mas também o somos quando assistimos passivos ao que nos rodeia — não fazer nada também é uma escolha!


Recomendo vivamente que vejam este filme.
Está em exibição, pelo menos até quarta-feira, dia 5 de Outubro, nos cinemas Monumental no Saldanha - sessão única, diária, às 19h30. Aproveitem o feriado e vão ao cinema!

Site do filme

                                  João Quartilho