quinta-feira, 9 de maio de 2019

Será que o belo sempre foi belo?

Boa tarde colegas,
Como vimos ao longo do semestre, o corpo das mulheres tem vindo a ser o principal foco de objetificação, integrado num padrão de beleza imposto pela sociedade. Todavia, a percentagem de homens pressionados a estar dentro do padrão de beleza masculina tem vindo a crescer.
Mas o que é de facto o padrão de beleza? Será que este existe mesmo? E se existe, então o que é de facto a beleza? Será que existe, de facto, um padrão comum a todos?
A resposta é não. Não existe um único padrão de beleza. Existe sim uma preferência estética, e esta é bastante variável. A preferência de alguém por alguma coisa é bastante mutável, pois não é algo pré-definido. Durante toda a nossa vida somos influenciados pelo que nos rodeia e pelo que experienciamos. Somos moldados por vários fatores, desde a nossa cultura e educação, até às nossas experiências e ambições, que geram determinadas formas de pensar. São essas mesmas coisas que ditam a nossa identidade. Logo, se ao longo da nossa vida cada pessoa apresenta diferentes preferências para diferentes assuntos, como é que podemos dizer que existe um padrão? Diferentes pessoas têm diferentes gostos não só em coisas banais como comida, música, filmes, livros… mas também quando se trata de estética.  Cada um tem um tipo de corpo que preferência, quer seja para si, quer seja para os outros.
O vídeo abaixo demonstra exatamente isso.



Como pode ser visto no vídeo, o padrão de beleza, quer seja ele masculino ou feminino, muda consoante a região onde vivemos  e consoante a bagagem cultural que trazemos connosco. O facto de pensarmos que existe um padrão de beleza não passa de uma ilusão criada pelas indústrias capitalistas, que têm como objetivo vender produtos através da promessa de criação de algo que não existe, neste caso um corpo perfeito. A maior ilusão de todas é, provavelmente, a ideia de que existe um único padrão através do qual uma mulher poderá ser considerada bonita, e socialmente aceite. Claro que esta mulher só conseguirá enquadrar-se no padrão se comprar produtos de beleza ou se realizar determinados procedimentos estéticos. Porém, tal como demonstrado no vídeo abaixo, esta ideia é bastante falaciosa, pois o padrão de hoje em dia nem sempre existiu.



De modo idêntico ao corpo, também a indústria da moda, tanto feminina quanto masculina, sofreu mutações ao longo do tempo.



A grande questão que aqui se coloca é o facto de, conhecendo estas mudanças, continuarmos a acreditar que não podemos ser de determinada forma pois tal não se adequa ao padrão vigente, quando, na verdade, a nossa forma muito provavelmente foi considerada um padrão de beleza numa outra época histórica. 
No entanto, as grandes indústrias escolhem pessoas com corpos e características semelhantes para publicitarem os seus produtos, passando ao público a ilusão de que toda a gente é (ou poderá vir a ser) assim. Daí os corpos das modelos escolhidas para as campanhas publicitárias não divergirem muito uns dos outros, como podemos ver na imagem abaixo.

Para mais, é importante ressaltar que nalguns casos nem as próprias modelos possuem esse tipo de corpo, pois, após a sessão fotográfica, as imagens seguem para uma edição de PhotoShop que altera radicalmente os corpos.


No entanto de tempos a tempos são realizadas algumas campanhas que visam acabar com este padrão — uma das mais recentes foi feita pela Dove. Procurando demonstrar algumas das pressões sofridas pelas mulheres, esta campanha desconstruiu a ideia do corpo perfeito. O vídeo abaixo reproduzido sublinha que a beleza é relativa à nossa capacidade de a reclamar.

     

Obrigada por lerem e até amanhã😊
Inês Fonseca 153674

"I want you to panic for our planet!"

Muito boa tarde colegas,
Temos cerca de 12 anos até que o aquecimento global seja irreversível; ou seja, dispomos apenas de uma dúzia de anos para salvar o planeta e as espécies que o habitam.
Embora ainda existam imensas pessoas que ignoram o estado alarmante do nosso planeta, este ano tenho me deparado com muito mais iniciativas ambientais. Sinto que as pessoas ao meu redor e no mundo inteiro estão a ficar cada vez mais sensibilizadas relativamente a esta questão, assumindo comportamentos mais equilibrados.
Por exemplo, vejo cada vez mais pessoas a comprarem em lojas de segunda mão; a evitarem comer carne; a não utilizarem sacos de plástico; a preferirem palhinhas de metal ou de papel. E até me parece que estão a abrir mais mercados biológicos!
Mesmo nas redes sociais, como o Instagram, encontro vendas de produtos ecologicamente conscientes, como escovas de dentes de bambu, que são muito mais sustentáveis do que as de plástico (que podem demorar até 400 para se decomporem!), ou copos menstruais, que são reutilizáveis e podem poupar cerca de 10 anos de lixo. Encontro também informação relativamente a marcas de maquilhagem que ainda testam em animais, e que devemos evitar a todo o custo, como por exemplo:
  • Nars
  • L’Oreal
  • Estee Lauder
  • MAC
  • Benefit
  • Maybelline
  • Rimmel
  • Revelon
  • Covergirl
  • Clinique
  • Alamay
  • Chanel
  • Bourjeois
  • Armani
  • Tom Ford
  • Yves Saint Laurent
  • Sephora
  • Shiseido
  • Burberry
  • Dior
  • La Mer
  • Gurlain
  • Avon
  • Mary Kay
Gostaria de terminar este post partilhando algumas das notícias a nível ambiental que mais me deixaram feliz este ano, como: o supermercado na Tailândia que agora utiliza folhas de bananeira invés de plástico; o facto de Portugal começar a proibir palhinhas, cotonetes de plástico e qualquer saco que se fragmente em microplásticos até ao próximo ano de 2020; o jovem indiano que limpou dez lagos para manter uma fonte de água sustentável para a sua aldeia e, por último, um vídeo comovente de Greta Thunberg, uma ativista ambiental sueca de 16 anos que ganhou atenção mundial devido aos seus protestos e discursos de consciencialização ambiental.



 Muito obrigada pela vossa atenção, espero que este post vos faça pensar na vossa pegada ecológica e que vos motive a viver de forma mais ética e consciente!

Desejo-vos um bom resto de dia e até amanhã,

Cristina Isabel Dabó nº153574

Movimento #nãoénormal

Olá colegas,
Hoje venho falar-vos de um movimento que talvez muitos ainda não conheçam, pois eu própria descobri-o recentemente no Instagram, através de uma amiga que seguia a página.


Decidi, então, explorar esta pista e percebi que este movimento é um manifesto que tem por objetivo combater o machismo e o abuso sexual, abordando, por exemplo, questões sobre o assédio. O movimento foi criado por Diogo Faro, um comediante que lançou um desafio nas redes sociais, apelando às pessoas para lhe enviarem um e-mail com a palavra “eu”, caso tivessem sido vítimas de assédio, pois pretendia fazer um vídeo abordando o tema em forma de comédia.

Segundo este site nas primeiras três horas recebeu mais de 700 e-mails, com relatos chocantes, que o fizeram querer chamar a atenção para o problema do machismo. Juntou-se a alguns amigos e lançou, assim, o movimento.
Apresento-vos, então, o vídeo feito pelo Diogo Faro sobre o machismo e peço desculpa pela linguagem contida, pois é um pouco forte.


Tenho a dizer que concordo com o que é dito no vídeo. O machismo cria violência doméstica (uma questão abordada na última aula, pelo grupo do qual eu fiz parte), violação, assédio; tudo considerado “normal”. Acredito que muitos de nós já nos habituámos ao facto de estas questões fazerem parte do dia-a-dia. Por exemplo, acho que praticamente todas as mulheres no meu círculo já foram vítimas de assédio, só que nunca pensei a sério nesta questão e acabava por esquecer. Este vídeo fez-me entender o quanto a sociedade desvaloriza todas estas questões e as naturaliza. 

Porém, para mim não é aceitável continuarem a repetir-se justificações como “estava bêbada e desmaiada, estava a pedi-las”, “foi a casa dele, estava à espera do quê? jogar às cartas?”. Este tipo de argumentação é injustificável e deixa-me profundamente indignada. A verdade é que enquanto não passamos pelas situações, temos a tendência a desvalorizar estas histórias; até nos podemos indignar, mas, infelizmente, só quando somos vítimas é que ganhamos verdadeira consciência da gravidade da situação.

Muitas vezes não fazemos nada porque pensamos “sempre foi e sempre será assim, nada vai mudar…". Ao mesmo tempo, por mais que tentemos fazer, a verdade é que estas situações são recorrentes e cada vez é maior o número de pessoas que passam por estes abusos sexuais. Na maioria dos casos as pessoas não conseguem sair das situações por medo ou por vergonha e nem sempre é fácil saber quem foram as vítimas e como as podemos ajudar.

Espero, então, que isto deixe de ser considerado “normal”, para evitar que continuem a morrer mulheres em situações de de violência doméstica. Acredito que todos nós, unidos, consiguiremos combater este tipo de mentalidade e criar uma sociedade mais justa.

E vocês? Também foram vítimas de assédio ou de qualquer outra situação extrema de abuso sexual? Qual a vossa opinião? Deixo também aqui ainda a página de Facebook do movimento, para quem queira explorar este tópico.
Grata pela vossa atenção.

Até amanhã!
Cláudia Rodrigues nº151250

Violência no desporto

Olá colegas, espero-vos bem!! Hoje decidi abordar um tema que infelizmente tem invadido o dia-a-dia daqueles que vivem o desporto, principalmente o futebol, como uma paixão. A violência no desporto tem vindo a crescer com alguma rapidez a nível nacional, o que me entristece profundamente.                              
Como toda a gente consegue reconhecer, o desporto (seja ele qual for) é algo de valorizar, capaz de influenciar positivamente a pessoa que o pratica. É até considerado um dos principais garantes de saúde mental e física, o que comprova a sua extrema importância. Contudo, pode também originar situações de teor negativo quando as pessoas o começam a levar como uma competição não saudável, quando não o tomam apenas como algo enriquecedor e divertido. E é isso que se tem vindo a verificar em Portugal, em elevado grau no âmbito futebolístico.
               
Na minha opinião, eu que sigo o futebol com alegria, as situações que se têm vindo a observar são completamente inqualificáveis. Agressões entre membros de claques adversárias, cânticos que apenas apelam e refletem o ódio pelo outro (aquele que apoia outro clube) ou até mesmo mortes, são acontecimentos tristes, retrógrados e desumanos.
Acredito que todos são culpados e todos são vítimas, independentemente da instituição, grupo ou clube desportivo que esteja em questão. Aliás, os principais responsáveis por este problema, são os dirigentes dos clubes. Incutem a falta de respeito pelo adversário, sem qualquer fundamento, dado que “quem grita mais alto é quem é superior”. Se é realmente do desporto que gostam, mostrem em campo quem é o melhor, sem joguinhos de bastidores e sem faltas de respeito. E repito, mais uma vez: ninguém com responsabilidades “neste mundo” que é o futebol pode dizer que não é culpado. Dirigentes desportivos, presidentes, comentadores televisivos ou até mesmo o mais simples adepto. Todos têm de funcionar como um só. A não ser que queiram que o futebol se torne um campo de batalha, em que o último a morrer é quem leva a taça.
Para concluir, tenho apenas a reforçar que o futebol tem de ser levado com alegria, com respeito e com “cabeça”. Quando a equipa de que gostamos perde, é como se tivessem tirado um (grande) bocado de nós próprios. Li há algumas semanas atrás, que a paixão que alguém sente por um clube pode até ser comparada a um amor romântico. Verdade ou não, o futebol é festa, é alegria, é sair às ruas para festejar uma vitória do nosso clube ou do nosso país, é conviver com o adversário com picardias saudáveis, sem sete pedras na mão. Quem gosta apaixonadamente disto percebe que não é apenas um jogo. Mas também não é a Batalha de Aljubarrota, é preciso ter calma. Posto isto, apelo para que mais ninguém se atreva a estragar aquilo que é tão bonito.

Muito obrigada por lerem,
Sílvia Mendes nº151220

#MeuPlanetaMeusDireitos

Imagem alusiva à primeira sessão desta campanha, decorrida em Bogotá 

  À medida que o tempo avança, assiste-se a uma cada vez maior destruição do meio ambiente. Podemos verificá-lo em inúmeras situações, entre as quais as mudanças de clima, ou os espaços verdes destruídos. Tudo isto compromete a vida das gerações atuais e futuras, pelo que se torna cada vez mais necessário informar as pessoas acerca dos perigos que daqui advêm, com consequências que poderão mesmo ser irreversíveis. Nos últimos tempos temos assistido a várias formas de mobilização para promover um meio ambiente mais saudável, nomeadamente as greves climáticas estudantis (Fridays for Future). No entanto, a luta por um meio ambiente saudável não se fica por aqui. 

    Neste sentido, a ONU, juntamente com algumas instituições parceiras, como a UNESCO e a UNICEF, lançou no passado dia 2 de maio a Iniciativa Global para Promover o Direito das Crianças a um Meio Ambiente Saudável — #MeuPlanetaMeusDireitos. Este projeto propõe várias reuniões, entre 2019 em 2021, em várias regiões do globo. O primeiro encontro decorreu em Bogotá (Colômbia) e ainda se voltará a repetir no Sudeste da Ásia e no Pacífico. Em 2020, o evento terá lugar na Europa, na América do Norte, na Ásia Ocidental e em África. Nestes encontros, as crianças e os jovens interessadas participam num inquérito online, onde expressarão as suas preocupações sobre o meio ambiente. A ideia será eles mesmos proporem soluções concretas para promover os seus direitos ambientais; estas propostas serão posteriormente partilhadas com os decision-makers a nível regional, nacional e internacional. Com base na informação reunida, desenvolver-se-á uma Declaração Global para o Direito das Crianças a um Meio Ambiente Saudável, a ser entregue aos líderes mundiais.


    Esta estratégia visa alertar para o impacto que os desequilíbrios da natureza têm na saúde e no desenvolvimento dos mais novos, que, juntamente com a população idosa, são os mais vulneráveis aos problemas ambientais. Tanto no interior como no exterior do local onde habitam, as crianças estão continuamente expostas a fatores que podem desencadear doenças, incluindo algumas que se mantém para o resto da vida. Por exemplo, dentro de casa poderão eventualmente estar expostas a água impura ou a alimentos contaminados, enquanto que no exterior se deparam com poluição atmosférica e depósitos de lixo a céu aberto. Aliás, é assustador pensar que, por ano, mais de 1,5 milhão de crianças abaixo dos cinco anos morrem devido a impactos ambientais evitáveis, conforme é apontado num artigo referente a esta campanha, disponível no site da ONU.

    Na minha opinião, este tipo de iniciativas são valiosas, sobretudo numa altura como o momento presente, em que é curto o tempo limite para alterarmos as políticas ambientais. Devemos travar a poluição do ar, a emissão de CO2 e a destruição dos ecossistemas, pois as consequências são nocivas não só para o próprio ambiente, como também para todos nós. Somos a geração do futuro e penso ser importante termos uma palavra a dizer através de iniciativas como esta, de forma a salvar o meio ambiente, que é um espaço coletivo.


Obrigada pelo vosso tempo: espero levar-vos a refletir e a ganhar interesse por esta iniciativa!


Carina Ferreira - 151930

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Dia Internacional Da Luta Contra A Homofobia

Boa noite Colegas !

Sabiam que existe um dia internacional da luta contra a Homofobia? Estava a navegar na internet, mais concretamente no Facebook, quando me deparei com esta imagem
 Dia internacional Contra a Homofobia e Transfobia (17 de maio)Senti curiosidade e decidi procurar mais informação. Descobri então que se trata de um dia de consciencialização civil sobre a discriminação das pessoas homossexuais, transexuais e transgénero. Tendo em vista promover o respeito pelos direitos da comunidade LGBT, realizam-se nesta data uma série de eventos, desde conferências até campanhas de abraços grátis.


Esta data assinala o dia tem em que se retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 1990.



Na minha opinião esta iniciativa faz todo o sentido, pois, cada vez mais se devem sensibilizar as pessoas de todos os seres humanos têm direito à sua identidade e personalidade, mesmo que se diferenciem daquilo que é considerado normal. Logo, qualquer atividade discriminatória ou segregadora está errada e deve ser alterada, através da partilha de iformção, que no fundo é o objetivo principal deste dia.

E que acham vocês desta iniciativa ? 

  Rodrigo Ferreira 
nº- 153655

terça-feira, 7 de maio de 2019

Dia Internacional dos Museus

Boa noite colegas!

Sabiam que 18 de maio é o dia internacional dos museus?
O Museu de Lisboa, em particular, vai oferecer três dias de entradas e atividades gratuitas em vários dos seus polos e achei pertinente partilhar esta informação convosco. Que atividade mais adequada para fomentar a literacia visual do que visitar e explorar diferentes museus?!
Deixo-vos o link do site em que descobri esta atividade; no final encontram uma ligação para o programa completo.
Espero que tenham gostado da minha proposta para um bom começo de férias e até amanhã!

                                                                                                                  Beatriz Bibas Silva nº151257

Esperança num futuro melhor*

Vi este documentário quando chegou às nossas salas de cinema, por recomendação de um colega vosso. Foi uma viagem incrível, e fico feliz por poder partilhá-lo agora convosco. Sigam este link e vejam como o futuro é agora!

Destruidor Implacável

Boa tarde colegas, hoje venho partilhar convosco um pequeno vídeo. Penso que este vídeo descreve uma parte do que estudámos ao longo deste semestre, apresentando o ser humano como destruidor implacável do planeta, em benefício de um estilo de vida consumista, bem como a destruição que daí advém.

Ao longo da nossa história, temos vindo a destruir o planeta, pouco a pouco. Cada vez mais presenciamos catástrofes naturais como tempestades, mudanças climáticas, secas, cheias ou tornados, consequências diretas do comportamento humano. 
Com a evolução da espécie fomos ficando mais inteligentes, aprendendo a tirar partido daquilo que nos rodeia. A grande questão que aqui se coloca é se realmente é necessária tanta destruição só para termos uma melhor qualidade de vida. Provavelmente existem coisas que não precisavam de ser produzidas em massa devido à sua durabilidade; no entanto, são produzidas em enormes quantidades porque só assim se conseguirá obter lucro. 
A destruição de enormes extensões de espaço natural e de inúmeros habitats de espécies que acabam por se extinguir são as principais consequências do sistema capitalista em que estamos inseridos. Ao comprarmos coisas a mais ou coisas de que não precisamos estamos a contribuir para este sistema, mesmo que não nos apercebamos.
Todavia, não se trata apenas de consequências para o planeta. Cada vez mais, devido a produtos transgénicos  e a alimentos com hormonas de crescimento rápido (usadas nas carnes, principalmente) o número de doenças aumenta. Não só estamos a prejudicar o planeta como nos estamos a prejudicar a nós próprios. 
Segundo alguns estudos científicos, ainda estamos a tempo de mudar e não é tarde para reverter uma parte dos danos causados: temos cerca de 12 anos para o fazer. É verdade que teríamos de fazer enormes mudanças na forma como vivemos, mas isso não significa de todo que perderíamos o que temos hoje em dia. 
Devido às energias renováveis, cada vez mais temos opções menos poluentes. Todavia estas ainda são bastante caras para o cidadão comum, pois não estão implementadas como a norma a seguir. Um exemplo disto são os carros. Um carro elétrico (norma não implementada mas menos poluente) é mais caro do que um carro que trabalha com energias fósseis (norma implementada mas extremamente poluente). Devido ao pouco tempo disponível, penso que cada vez mais os governos e as empresas deveriam começar a adotar leis ecológicas e estratégias de produção não poluentes. 
Termino este post deixando-vos uma pergunta sobre a qual espero que reflitam: Será que vale a pena acabarmos os nossos dias como o boneco do vídeo, sozinhos e rodeados de lixo proveniente da nossa excessiva produção, ou será melhor tornarmo-nos amigos do ambiente?

Obrigada por lerem e até amanhã
Inês Fonseca
153674😊

Teaser grupo 11


Como podes proteger aqueles que amas... sem nada a justificar.


Descobre mais dia 8 de maio.

Bárbara Pereira, 148319.
Ricardo Falcato, 110789.

sábado, 4 de maio de 2019

We Love The Earth!

Boa noite colegas!

Hoje venho partilhar uma música associada a uma campanha de consciencialização que possivelmente alguns de vocês já conhecem.
A música é do rapper Lil Dicky e chama-se "Earth", abordando o tema do aquecimento global, que, como sabemos, apesar de sério, continua a ser controverso.


Este vídeo foi feito em parceria com a fundação Leonardo DiCaprio, cujos objetivos são encorajar melhores práticas ambientais em todo o mundo.
A música inclui as vozes de mais de 30 celebridades como Ariana Grande, Justin Bieber, Miley Cyrus, Ed Sheeran, SIA, Snoop Dogg. O envolvimento destes grandes nomes da cultura pop apoia fortemente a divulgação de um projeto musical deste tipo, sendo que o vídeo já arrecadou mais de 81 milhões de visualizações. Dito isto, sublinho ainda que todos os lucros da música vão diretamente para a fundação acima referida.
O autor da música fez outros 4 vídeos para expor mais claramente o problema que enfrentamos e as medidas que podemos tomar para o ultrapassar. 
Nestes vídeos são explicados temas também apresentados em Active Hope: How to Face the Mess We're in Without Going Crazy, de Joanna Macy e Chris Johnstone, analisado em aula, tais como: o aquecimento global e as suas consequências; o degelo e a consequente subida do nível dos oceanos e a extinção de espécies. No entanto, é também referido que nós temos a capacidade para reverter os danos causados. Na verdade, estudos científicos referem que temos 12 anos para inverter esta situação, mas para isso devemos mudar 3 coisas:

1. A forma como produzimos a nossa energia:
  • Ao invés de utilizar combustíveis fósseis, que libertam carbono para o ar, devemos utilizar cada vez mais energias renováveis;
  • Devemos votar em representantes que se preocupem com o ambiente e se demonstrem dispostos a fazer mudanças;

2. A forma como conservamos e protegemos a natureza:
  • É importante parar a desflorestação, uma vez que as florestas absorvem 1/4 do carbono produzido na Terra;
  • A proteção de espécies é crucial porque estas fazem parte do mesmo sistema em que nós vivemos, ou seja, quando esta organização é afetada, toda a comunidade sofre;

3. A forma como produzimos a nossa comida:
  • A agricultura com químicos e maquinaria pesada contribui fortemente para a poluição;
  • O consumo de carne vermelha é um dos fatores que tem maior impacto no ambiente, elo que devemos reduzir drasticamente a sua ingestão.

Espero que consigamos ajudar o planeta e reverter os danos causados, visto que nós somos a geração que tem o dever e o poder de o fazer!

Obrigada pela atenção e bom fim-de-semana!

Luana Bento
153657

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Teaser- Grupo 6


Alguma vez quiseste impressionar aquela pessoa especial? Descobre como, connosco e com os biscoitos de Sintra, no próximo dia 8 de maio.


Maria Lua Legateaux nº151229
Sílvia Mendes nº151220
Maria Santos nº148729









quarta-feira, 1 de maio de 2019

Teaser- Grupo 2

O que é que violência doméstica tem a ver com sapatos?

Vem descobrir dia 8 de Maio!


Cláudia Rodrigues- 151250
Daniel Bento- 151219
Joana Silva- 148250
Mª do Carmo Albuquerque- 151209

terça-feira, 30 de abril de 2019

Dia do Trabalhor

Olá colegas!


Como todos sabem, amanhã, dia 1 de Maio, comemora-se o dia do Trabalhador.

Contextualizando-vos, esta homenagem remete para uma greve no dia 1 de maio de 1886,  em várias cidades dos E.U.A. com cerca de 300 mil participantes (sendo que há estimativas superiores), com a finalidade de conquistar melhores condições de trabalho, especialmente a redução das horas diárias de trabalho. 
Como sabemos, a redução da jornada de trabalho acabou por ser aprovada pelos governos; no entanto, atualmente os trabalhadores continuam a lutar por melhores condições de trabalho.

Abordemos o caso de Portugal, um país onde os ordenados são miseráveis, onde se trabalha muito e se ganha pouco, onde muitas vezes as horas extraordinárias nem sequer são pagas, onde pessoas idosas tem reformas baixíssimas que mal dão para sobreviver com dignidade ou nem direito a reforma têm e, sobretudo, um país onde se está a tornar cada vez mais difícil arranjar emprego.

Em Portugal, tal como em muitos outros países no mundo, a precariedade no emprego é a norma, colocando em causa os direitos dos trabalhadores, desincentivando a formação e alimentando a política de baixos salários. A precariedade dá aos trabalhadores falsos contratos de prestação de serviços, isto é, recebidos verdes, sendo uma forma de trabalho temporário e incerto. Além disso, é um modo de explorar os trabalhadores, especialmente os mais jovens, sistematicamente contratados para estágios não remunerados.

Posto isto, devemos repensar os direitos e condições dos trabalhadores, visto que são cada vez menos respeitados. Não podemos continuar a permitir e a aceitar esta constante exploração, devendo continuar a lutar pelos nossos direitos.

Grata pelo tempo despendido!

Bom feriado e até sexta-feira.

Cláudia Rodrigues, 151250

Grupo 4 - Teaser

Alguma vez quiseste ter o poder de voar? Ou o poder de ter super força? 😄
Descobre como te podes sentir um super-herói no dia 3 de maio com o grupo 4.


Inês Fonseca, nº 153674
Viviana Parente, nº 153571
Nelson Carapuça, nº 153671
Maria Oliveira, nº 153688