quarta-feira, 20 de dezembro de 2017


Ora viva colegas!
Aqui deixo-vos um artigo da revista Dazed and Confused, entitulado "Why we still need John Berger’s Ways of Seeing" que trata precisamente a importância de um dos textos por nós trabalhado em aula, na análise da figura feminina na arte e na publicidade.

Boas festas!


Sara Fonseca
nº 149057

Publicitar uma marca sem apresentar um produto?

Ora viva car@s colegas!

Hoje venho dar-vos a conhecer uma marca, a Jacquemus, e a última campanha da mesma.

A Jacquemus é uma marca de vestuário prêt-à-porter (pronto a vestir), fundada por Simon Porte Jacquemus, um jovem designer francês. Dentro do domínio da moda, tem uma estética muito própria, que eu definiria como uma fusão entre o rústico e/ou campestre, uma atitude bastante jovial e uma construção até certo ponto arquitetónica a nível de silhuetas, o que lhe confere distinção, ainda que não seja propriamente uma das marcas de maior destaque na panorâmica francesa.

Contudo, o que venho hoje partilhar convosco é a última campanha da marca, relativa à coleção outono/inverno do presente ano 2017, que podem observar abaixo.


Esta campanha foi fotografada por David Luraschi, um colaborador frequente da marca e, como é possível observar nesta imagem, não apresenta uma única peça de vestuário nem acessórios. A fotografia consiste somente em dois corpos abraçados, sentados numa única cadeira, debaixo de um chapéu de sol, numa praia aparentemente deserta. É ainda de salientar que embora as imagens da campanha tenham sido lançadas a preto e branco, foi posteriormente publicado um pequeno vídeo da sessão fotográfica no Instagram da marca onde é possível observar os diferentes matizes.  

Uma vez que ao longo do semestre fomos aprendendo a melhor interpretar a publicidade, achei curiosa esta campanha e merecedora de partilha convosco. Julgo que a Jacquemus não está propriamente a vender um produto, dada a ausência de artigos da marca, mas sim a vender uma ideia e/ou uma sensação.

De facto, é incrível como conseguimos admitir que certas marcas, dada a escala a que estão no mercado e a forma como conseguiram construir uma imagem de tal forma icónica, já nem precisem da presença do logótipo nas suas campanhas mas baste um pequeno apontamento simbólico (no caso da Coca-Cola, por exemplo, a cor vermelha ou a imagem do Pai Natal) para remeter ao produto. O mesmo não seria de esperar de marcas como a Jacquemus que ainda são demasiado recentes para serem reconhecidas com tão pouca informação, o que não impediu, ainda assim, de desenvolverem uma campanha deste género. 

A questão que vos deixo é, será este o futuro da publicidade? A venda de ideias ao invés de produtos concretos?

Sara Fonseca
nº 149057

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O pulsar da rede

Olá colegas!
Com o fim do semestre cada vez mais próximo, decidi publicar no nosso blogue um gif que tenho guardado no meu computador há já algum tempo. Encontrei-o pela primeira vez na plataforma social Reddit, tendo-o achado fascinante. Acho que também acaba por fechar um ciclo, não apenas pessoal - visto que eu comecei por, em Setembro, fazer uma publicação sobre a nossa Terra "respirar" -, mas também a nível da cadeira de Cultura Visual, dado o ênfase dado por N. Mirzoeff à fotografia Blue Marble, por nós analisada no início do semestre. 


The Internet Census of 2012

Embora os dados recolhidos para criar esta animação tenham sido obtidos de modo questionável, sendo resultado de uma informação obtida por via de recolhas ilegais por parte de um botnet, apresenta-nos a um reflexo do que é a nossa atualidade, de como estamos todos unidos e somos uma pequena parte desta enorme rede de partilha de informações e de experiências de vida. 

Gostaria ainda de deixar um pequeno desafio para todos vós: a internet é aquilo que nós fazemos dela. Por mais que pareça que não somos nem nunca seremos capazes de mudar a chamada Big Picture, são os pequenos gestos que mudam o mundo, aos poucos. Atrevam-se a fazer pequenos gestos. Pequenos bons gestos, dos quais se orgulhem e que vos deixem felizes.

Convido-vos ainda a visitar o site oficial desta iniciativa e deixo-vos a observar este "pulsar" da rede, este elo de ligação de um mundo ainda não propriamente perdido.

Gustavo Nogueira, 148367

O que acontece quando tentamos não usar plástico durante uma semana?

Olá colegas!

Será que têm noção do quanto usamos plástico no nosso quotidiano? Alguma vez pararam para pensar se aquilo que usam para comer, escrever, transportar objetos e/ou comida, é feito de plástico?

Uma autora do site de media online Buzzfeed, decidiu tentar livrar-se de tudo o que é plástico na sua vida, durante uma semana. Podem ver o artigo inteiro aqui.

I learned that one of the first steps to becoming plastic-free was to refuse single-use plastics or disposable items, such as: utensils, cups, straws, food packaging, coffee cups, water bottles, and plastic bags. I also made it a point to try to find plastic-free alternatives to replace my personal care and household items. I categorized Items made with plastic like my phone, computer keyboard, medicine, and protective eyewear as "exceptions" since I'm not necessarily disposing of them.

A autora - Krysten Peck - refere números assustadores como:
  • 8,3 biliões de toneladas métricas de plástico criadas desde os anos 1950 que ainda hoje estão a "flutuar" no nosso ecossistema;
  • Ao preparar-se para desistir do plástico, contou o número de coisas que usava no dia-a-dia que fossem feitas deste componente e concluiu que se tratava de 84!
Peck também sugere algumas plataformas onde nos podemos informar mais sobre este assunto alarmante:
E por fim, deixou alguns conselhos de ouro para quem quiser começar a viver plastic-free:
  1. Coma comida real e não alimentos embalados em plástico. Alimentos processados, comida rápida e comida com conservantes vêm sempre em embalagens de plástico e recipientes. A comida caseira não vem.
  2. Pare de comprar água, refrigerantes, bebidas energéticas, sumos e outras bebidas embaladas em garrafas de plástico.
  3. Não opte pelo plástico de uso singular: diga não aos sacos de plásticos, palhinhas e colheres de café de plástico; utensílios, pratos e copos de plástico; e outros itens descartáveis ​​de plástico.

Se desejarem saber como correu a sua experiência e se ela conseguiu viver sem plástico durante uma semana inteira, aconselho vivamente a irem ver a publicação. Não só me chocou a quantidade de utensílios "normais" que não damos conta serem de plástico, como também me impressionou ser possível optar por viver sem esta dependência.

Ana Mestre
Nº 52399

Brigadeir@s em ação!


Olá colegas,

Deixo-vos aqui um vídeo muito divertido do final da nossa aventura enquanto brigadeir@s do mar! Tivemos direito a uma boleia de volta numa moto 4.
Na minha opinião, participar desta apanha foi uma experiência deveras gratificante. Embora a quantidade de lixo que apanhámos num curto espaço de tempo tenha sido assustadora, não deixei de ficar com um sentimento de leveza. Se todos contribuirmos um pouco do nosso tempo para causas como esta, o mundo irá com certeza tornar-se num sítio melhor...

Remember... "What we do in life, echoes in eternity."

Fiquem bem!


Ana Mestre
Nº 52399
Boa tarde colegas!

Gostava de partilhar com vocês um pequeno vídeo onde podemos ver uma publicidade do Burger King (Alemanha) no contexto mais inesperado de sempre, e com uma "pequena provocação" ao seu maior rival: McDonald's.
Apesar desta ação publicitária ter acontecido em Setembro descobri-a recentemente, e achei interessante partilhar, principalmente porque é uma situação bastante cómica. 

Espero que gostem.



   Patrícia Rodrigues
Nº148207

Quero o novo!!!

Caros colegas gostava de partilhar convosco um pequeno vídeo que, na minha opinião, retrata de forma caricatural o papel do consumo na sociedade contemporânea, sendo que, como sabemos, um dos fatores mais importantes para que tal aconteça é a publicidade, que tem como objetivo gerar uma sede de consumo abismal.



Pedro Bleck Silva
149406

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Brigada do Mar, 17/12/2017 Praia dos Moinhos.

Ontem, foi o dia de limpeza da Praia dos Moinhos, em Alcochete, pela Brigada do Mar. Eu e alguns colegas participámos nesta atividade com a professora, por isso, deixo-vos aqui o meu relato e algumas fotografias da recolha tiradas por mim e por outros participantes.
Perdi a conta aos sacos de lixo que enchi, limpava uma zona e pensava que pior que esta não devia haver, no entanto, andava dez passos e deparava-me com outra enchente de lixo. Quanto mais andávamos, mais lixo encontrávamos e em pior estado a praia estava. Garrafas de plástico aos montes e de vidro também. Com a quantidade de lixo “grande” que apanhávamos, nem havia muito tempo para as típicas beatas no chão, papéis e plásticos pequeninos de rebuçados ou daquelas pastilhas da bubbaloo! Encontrámos o pára choques de um carro, uma cadeira de bebé, bidões de gasolina e afins. E sapatos? O que não faltava ali eram sapatos… Um senhor até disse que tínhamos mais sapatos que uma sapataria.
Para além dos sapatos, também encontrámos luvas, uma das estrelas da recolha. Eram luvas atrás de luvas! Aliás, a primeira coisa que apanhei quando cheguei à praia, sem ser a carica e a beata, foi uma luva escondida no meio das algas. E com as luvas vinham também as embalagens das mesmas, folhas de plástico enterradas na areia como se pertencessem àquele habitat. Isto leva-me para as esponjas, os panos e as roupas abandonados na praia (sabe-se lá porquê) que a natureza tinha acolhido como sendo seus, criando vida à volta deles.
Porém, nada disto pertence ali, nada disto deveria coexistir no mesmo ambiente e, a prova disso foram as mais de dez gaivotas que vi mortas no areal! Não as autopsiei, mas creio que, pela quantidade de lixo que vi por ali, algumas delas devem ter ingerido plásticos pensando tratar-se de alimento, como acontece muitas vezes. E para acompanhar as gaivotas, tínhamos uma fila de alforrecas sem vida de uma ponta à outra do areal. Fui pesquisar sobre o assunto e o que encontrei é que as alforrecas dão à costa, mais no verão, e gostam de água com temperaturas quentes. Ora, estando em Dezembro, fiquei um pouco confusa... Não vou culpar o lixo excessivo, por este fenómeno existente na praia, mas talvez o culpe no aquecimento global.
O estado da água, que mais parecia uma festa de espuma, também não me pareceu muito normal. Calculo que seja da poluição, dos motores dos barcos ou algo do género, mas como não tenho conhecimentos sobre o assunto não vou opinar; deixo-vos apenas as fotografias.


































Admito que sou aquele tipo de pessoa que pensava que Portugal nunca iria chegar ao estado de alguns rios e praias da Ásia, que nunca iria perder a sua beleza nem ser contaminado daquela maneira. No entanto, ontem, ao ver aquela quantidade de lixo, escondida pela areia e pelas rochas, ao ver uma praia tão pequenina com tanto lixo, confesso que fiquei assustada! Como é que chegámos a isto? E se Portugal está assim, então como é que estarão outros países muito mais afetados pela poluição?
Depois de, mais ou menos, seis horas a limpar e a carregar lixo, ao ver aquela pilha de sacos, que a brigada do mar conseguiu recolher e retirar da praia, tive um sentimento de orgulho e de que o meu dia tinha sido passado a devolver algo ao planeta em vez de retirar. Senti-me bem, senti que o meu tempo tinha sido bem usado. Mas, ao mesmo tempo, senti que apesar daquilo tudo ainda havia muito mais por limpar, tanto na praia dos moinhos como nas outras. Pensei na senhora, já de idade, que vai todos os dias àquela praia apanhar lixo, que outros decidiram deixar ali, pensei no impacto positivo que aquela senhora cheira de garra e alma tem ao fazer aquilo todos os dias, mas, por outro lado, compreendi que isso não ia salvar o planeta nem a praia dos moinhos. Porque só podemos reverter as nossas ações, enquanto sociedade, se todos fizermos algo por isso e trabalharmos em conjunto. Começa em nós e passa para os outros, só assim conseguiremos produzir um impacto maior e contrariar esta doença que impusemos no planeta, a poluição!




























Gostava de acabar o meu post com um pensamento positivo. Apesar de não ter sido possível a todos comparecerem ontem, ou de não haver brigadas do mar para todas as praias, existem pequenas coisas que podemos sempre fazer e que já são uma ajuda. Nomeadamente, cada vez que formos à praia, tirarmos cinco minutos do nosso tempo e fazer uma pequena limpeza à nossa volta, recolhendo o lixo que encontrarmos. Não custa nada e será uma ajuda preciosa que somos perfeitamente capazes de dar.


Ana Alexandra Jacques
nº 50167

7 Products to Never Use! A verdade escondida nos rótulos.

Bom dia colegas, na última aula, com as apresentações dos trabalhos, nomeadamente o da Dove, a professora referiu que muitos desses produtos de higiene contêm substâncias cancerígenas.

No youtube, encontrei este vídeo que fala um pouco acerca disso. Várias das substâncias presentes em muitos produtos de higiene são nocivas para a saúde, no entanto, pelo marketing e publicidade que fazem levam-nos a pensar que são maravilhosos e nos vão curar de todos os problemas. Contudo, observando atentamente os rótulos dos ingredientes, deparamo-nos com um produto que, na realidade, funciona como um veneno para os nossos corpos.

O vídeo é de duas bloggers apologistas de uma vida mais sustentável e livre de químicos. Elas visitam um supermercado e apontam vários produtos  e os respetivos ingredientes, explicando-nos o motivo pelo qual fazem mal ao organismo. Também dão exemplos de substituições naturais para estes produtos, como no caso dos desodorizantes, que se podem substituir por lima, esfregando-a debaixo do braço.


Ana Alexandra Jacques
nº 50167

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Happy (N)ever After


Boa noite, colegas

Gostaria de partilhar convosco um vídeo de Steven Cutts, que satiriza a possibilidade de se "comprar a felicidade".



Na minha opinião, encaixa-se no seguinte parágrafo de John Berge, Ways of Seeing: "The entire world becomes a setting for the fulfillment of publicity's promise of the good life. The world smiles at us. It offers itself to us. And because everywhere is imagined as offering itself to us, everywhere is more or less the same."
Maria Inês Francisco

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Teaser Grupo 10 - Porão Velho Vinho Regional de Lisboa


Toda a glória portuguesa invocada num só copo


Não vais querer perder...



15.12.2017

Grupo 10: Guilherme Marques nº147183 / Pedro Bleck da Siva nº149406 / Sofia Jourdan nº 148338

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Publicidade Durex Intense - Grupo 8

Apresentação dos anúncios mencionados em aula.
Convidamos todos a visualizar os anúncios, de modo a melhor conhecerem a publicidade e o produto que foram analisados.

Anúncio 1

Anúncio 2

Teaser - Grupo 3

Uma sensação de puro prazer, num convite à tentação de um cheiro único!


Dia 13 de dezembro, em Cultura Visual. Tudo pode acontecer...

Grupo: Catarina Félix; Fabien Cerqueira; Inês Mata; Mariana Margarido

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Teaser - Grupo 8

Estás pronta para uma nova sensação de prazer?




Dia 13 de Dezembro - uma experiência que não vais querer perder!


Grupo:
Beatriz Ramos
Catarina Delgado
Gustavo Nogueira
Sara Fonseca

Moda anti-racista


Esta notícia que encontrei recentemente enquadra-se no âmbito desta cadeira, pois aborda um tipo de ativismo relacionado com a moda. Adama Amanda Ndiaye, conhecida como Adama Paris, foi a criadora da semana da moda do Senegal, a Dakar Fashion Week, chamada também Black Fashion Week.

Em entrevista a a estilista descreve o seu ativismo como sendo “uma forma de colocar valor nas coisas, fazer dinheiro, porque ele é poder e o poder leva-te onde quiseres”. Paris desde muito cedo sonhava ser estilita; contudo o seu pai sempre se opusera. Quando acabou os estudos empenhou-se na sua primeira coleção. Era difícil para uma mulher negra conseguir sucesso nesta área, não tinha dinheiro nem as relações necessárias para se conseguir lançar. Contudo, ao tornar-se oficialmente designer decidiu voltar para o Senegal e criar algo que nunca tinha sido visto neste país, uma semana da moda.
A designer confessa que teve problemas com o nome. As pessoas não gostavam do qualifictivo "black" e quando foi à LÓreal disseram-lhe que optasse por uma designação como "African Fashion Week" poderiam patrocinar o evento. Foi a partir deste momento que começou o seu ativismo.
"Nunca tinha pensado sobre o racismo até esta altura, só queria fazer moda, moda negra. Então perguntei-lhes: 'Porque razão têm problemas com a palavra negro, se eu não tenho problemas com brancos ou latinos?". Percebi nesta altura que não posso ser apenas designer, preciso de ser ativista e usar isso no que quer que eu faça. E quero patrocinadores que me apoiem dessa forma. Por isso, para mim, a BFW é uma extensão mais poderosa da DKF, nela há modelos negros, indianos, asiáticos e é essa diversidade que eu quero mostrar’’, afirma a estilista.




O seu objetivo é também incentivar os jovens, pois segundo ela: ‘’O meu ativismo é colocar valor nas coisas e fazer dinheiro. Porque dinheiro é poder e poder leva-te onde quiseres. Eu não sou de sair às ruas com placas, mas sei que isso é necessário. Acredito que fazer dinheiro provoca mudanças. Eu sei que é desagradável para algumas pessoas, que elas podem dizer que eu não sou artista, mas uma mulher de negócios. Hoje em dia é necessário ser-se os dois para competir com o grande sistema 'branco'".

Defensora da cultura e da moda, Adama Paris acredita que 'negro' representa uma cultura, não apenas uma cor — "Para as pessoas é o contrário. Hip hop ou jazz é musica negra, no entanto a moda não é vista da mesma forma. Eu quero mostrar que negro é cultura.’’





Inês Pires, nº52357

sábado, 9 de dezembro de 2017

Teaser- Grupo 13


Para mais informações compareça à aula de Cultura Visual no dia 13 de Dezembro.

Grupo 13: Irina Martins, Alina Macedo; Diana Nogueira; Paula Rodrigues

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Teaser - Grupo 5



Era uma vez uma marca que tinha tudo.
Tinha anúncios por todo o lado:
Na televisão, nas redes sociais e nas ruas.
Tinha um império que transcende fronteiras.
E agora tem...

sábado, 2 de dezembro de 2017

TEASER - Grupo 7

Queres ter sorte no amor?






Brevemente




Ana Mestre - 52399
Daniela Rodrigues - 151862
Kátia Martins - 148800
Marta Parente - 148180
Tânia Viegas - 52413